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01/10/2013 - 07:21:46 - Versão para impressão

BC prevê que preço da gasolina tenha alta para consumidor neste ano

BC vê alta de todo ano de 2013 em 5%, dos quais vieram 2,15% até agosto.
Estimativa do BC é de uma alta de 2,85 pontos entre setembro e dezembro.
A gasolina deve ficar mais cara para os consumidores até o fim deste ano, segundo previsão do Banco Central.
"Para este ano, a nossa projeção é de um aumento de 5%. Até agosto, [a alta do preço da gasolina para os consumidores] foi de 2,15%", declarou o diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton.
Deste modo, segundo ele, é esperado um aumento de 2,85% no preço da gasolina nas bombas entre setembro e dezembro de 2013. Ele não fez comentários para o ano de 2014.
Carlos Hamilton acrescentou ainda que a previsão do Banco Central não quer dizer, necessariamente, que haverá uma nova elevação no preço da gasolina nas refinarias ainda neste ano. "A gasolina não aumenta só por conta da decisão de reajuste nas refinarias. Também tem, por exemplo, a margem de lucro de distribuidoras", explicou ele.
O diretor informou ainda que a previsão para o IPCA de 2013 da autoridade monetária, divulgada por meio do relatório de inflação do terceiro trimestre deste ano, de 5,8%, já embute a alta de 5% para o preço da gasolina em todo este ano.
Último reajuste
O último reajuste no preço da gasolina nas refinarias foi autorizado pela Petrobras em janeiro deste ano, no valor de 6,6%.
Analistas avaliam que a empresa, controlada pelo governo, deverá anunciar um novo reajuste para as refinarias ainda neste ano, ou no começo de 2014, para diminiur seu prejuízo com a alta do preço do petróleo no mercado internacional e com a valorização do dólar.
Como a Cide já está zerada, um eventual novo reajuste nas refinarias seria necessariamente repassado para os preços ao consumidor.
Na semana passada, a presidente da Petrobras, Graça Foster, reiteirou que está descartado no curto prazo um aumento no preço dos combustíveis. Ela acrescentou, porém, que a empresa "trabalha pela convergência" de preços de modo a alinhar os preços a níveis internacionais (G1, 30/9/13)

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