Capitalismo para mim, socialismo para você - Por Paula Sousa
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A hipocrisia da extrema esquerda brasileira é tão gritante que chega a ser caricata. Eles passam o dia atacando os Estados Unidos, o capitalismo, a livre iniciativa, os empresários que geram empregos e a liberdade de expressão de quem pensa diferente. Mas, quando ninguém está olhando — ou melhor, quando eles acham que ninguém vai notar —, correm para se beneficiar exatamente do sistema que dizem odiar.
O caso Juju dos Teclados
Um exemplo cristalino disso é o da influenciadora Juliana Rosa de Freitas, conhecida como “Juju dos Teclados”. Em suas redes sociais, zombou da morte de Charlie Kirk, incitou abertamente a eliminação de líderes conservadores como Nicolas Ferreira, Luciano Hang, Paulo Junqueira, Afrânio Barreira e até mesmo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A mesma que se autoproclama “antifascista, anticapitalista e revolucionária” chegou a queimar a bandeira dos Estados Unidos em seus vídeos. Pois bem, adivinhem onde ela foi parar? Nos Estados Unidos. Gravou até vídeo se vangloriando da estadia, mas apagou às pressas quando percebeu a contradição gritante.
Se odeia tanto os EUA, se os chama de “ditadura fascista”, o que está fazendo lá? Por que não foi morar em Cuba, Coreia do Norte, Nicarágua ou Venezuela, países que representam tão bem o socialismo que ela defende?
Porque até mesmo ela sabe que nesses países não há liberdade, não há oportunidades e não há futuro. A militância serve só para discurso, likes e curtidas. Na prática, usufruem de tudo o que o capitalismo tem de melhor: iPhones, viagens, compras, vistos americanos e cartões de crédito internacionais.
Erika Hilton: a contradição ambulante
Outro exemplo é a deputada Erika Hilton, que adora posar como símbolo da luta contra o capitalismo e em defesa da mulher negra. Mas basta olhar de perto: Erika ostenta bolsas caríssimas, roupas de grife e perucas loiras importadas, tudo comprado com dinheiro que vem dos pagadores de impostos, se beneficiando do mesmo capitalismo que ela critica.
E tem mais: ela, que diz defender a identidade da mulher negra, clareou a pele, usa uma peruca loira caríssima e ainda usa o sobrenome “Hilton”, de inspiração americana. Nada mais contraditório do que combater aquilo do qual se alimenta. É o típico “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”.
Wagner Moura: discurso em palanque, vida em Hollywood
E não podemos esquecer do ator Wagner Moura, que vive dando declarações políticas contra os EUA e contra a direita brasileira. Em uma de suas falas mais bizarras, disse que os “Estados Unidos têm inveja da democracia brasileira”. Isso mesmo, inveja da “democracia” onde jornalistas são perseguidos, opositores políticos são censurados e presos, e onde o Judiciário atua como partido político.
Mas adivinhem de onde Wagner Moura fala isso? Da Califórnia, onde vive há anos, com uma carreira internacional consolidada, usufruindo de tudo o que o capitalismo americano pode oferecer. Se os EUA são tão ruins assim, por que não volta para o Brasil ou vai viver em Havana?
A verdade por trás da máscara
Se fôssemos expor cada caso de hipocrisia desses esquerdistas, este site não teria espaço suficiente. E olha que ainda nem mencionei a nossa ‘primeira-dama’.
Esses casos mostram uma coisa clara: a esquerda brasileira aprendeu a viver de contradições. Atacam os empresários que geram milhões de empregos, como Luciano Hang e Afrânio Barreira e Paulo Junqueira mas não abrem mão de consumir nas suas lojas e restaurantes. Atacam a elite econômica, mas correm para ostentar bolsas de luxo, carros importados e viagens internacionais.
É um projeto de poder baseado na mentira, no cinismo e na desumanização de quem pensa diferente. Eles precisam chamar seus opositores de “fascistas” para justificar o ódio e até a violência.
No fim, a esquerda mostra o que realmente é: um movimento de extrema esquerda fascista e psicopata, que odeia o povo brasileiro e só busca poder. Se realmente acreditassem no socialismo que pregam, viveriam nos regimes que idolatram. Mas não: preferem o conforto do capitalismo e a liberdade dos países que tanto atacam.
A pergunta que fica é simples:
Se o capitalismo é tão ruim, o que vocês estão fazendo nos EUA?
Se os Estados Unidos são “fascistas”, por que não vão viver nas ditaduras que defendem?
A resposta todos sabemos: porque no fundo, até eles reconhecem que só o capitalismo garante futuro, liberdade e prosperidade.
Capitalismo para mim, socialismo para você (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 19/9/25)
plataforma derrubou por conta das denúncias (Pleno News, 18/9/25)

