Entre o Estado inchado e a liberdade econômica
O Brasil Diante de uma Escolha Inevitável. Foto Reprodução Blog DepositPhotos
Por Camilo Calandreli
O Brasil chegou a um ponto de ruptura. Não há mais espaço para discursos mornos, nem para narrativas cuidadosamente embaladas. O que está diante do eleitor em 2026 é uma escolha brutalmente clara: continuar sustentando um Estado inchado, caro e ineficiente — representado pelo modelo de Lula — ou avançar para uma economia mais livre, produtiva e dinâmica, como propõe o campo liderado por Flávio Bolsonaro.
Não é mais uma eleição. É um divisor de águas.
O modelo de Lula: Um Estado que consome o País
O atual governo insiste em uma fórmula que o brasileiro já conhece — e paga caro por ela. Mais impostos, mais gastos, mais controle. Um Estado que cresce sem parar, enquanto o cidadão trabalha cada vez mais para sustentar uma estrutura que pouco retorna em eficiência.
A promessa de “cuidar das pessoas” se transforma, na prática, em um sistema que estrangula quem produz. A reforma tributária, vendida como solução, surge como mais um capítulo de complexidade, aumento de carga e insegurança para empresários e trabalhadores.
E enquanto o cidadão aperta o orçamento, Brasília amplia privilégios.
A conta não fecha — e quem fecha é o povo.
Corrupção, privilégios e um sistema que se protege
O problema não é apenas econômico. É estrutural.
Escândalos se repetem, figuras conhecidas retornam ao centro do poder e a sensação de impunidade se instala como regra. A mensagem que chega à população é clara: existe um sistema que se protege, que se retroalimenta e que permanece distante da realidade de quem paga impostos.
O brasileiro não é ingênuo. Ele vê. Ele sente. E começa a reagir.
O modelo de Flávio Bolsonaro: Menos Estado, mais Brasil
É nesse cenário que ganha força uma alternativa clara: reduzir o peso do Estado e devolver ao cidadão o protagonismo econômico.
A agenda associada a Flávio Bolsonaro não gira em torno de discursos abstratos, mas de medidas concretas: corte de impostos, revisão da estrutura tributária, estímulo à produção, defesa da livre iniciativa e pressão por juros mais baixos para destravar o país.
Não se trata de ideologia — trata-se de lógica econômica.
Quando o Estado sai do caminho, o Brasil anda.
O bolso do brasileiro não aguenta mais
O termômetro real não está nos gabinetes, mas no supermercado, no posto de combustível, na fatura do cartão.
Inflação persistente, crédito caro, carga tributária sufocante. O brasileiro trabalha mais e compra menos. Produz mais e fica com menos.
A taxa Selic elevada trava o crescimento, encarece o investimento e impede o país de avançar. E enquanto isso, o discurso oficial tenta convencer que está tudo sob controle.
Mas não está.
O Mundo Mudou — e o Brasil Não Pode Ficar Para Trás
O mundo está mudando. Sociedades mais conscientes, mais conectadas e menos tolerantes com governos inchados começam a rejeitar modelos baseados em controle excessivo e centralização.
A tendência global é clara: menos Estado, mais liberdade.
Modelos inspirados em ideias socialistas e centralizadoras enfrentam desgaste crescente. Não por teoria, mas por resultado. Eles custam caro, entregam pouco e concentram poder.
E o Brasil começa, ainda que lentamente, a perceber isso.
A hora da escolha
2026 não será uma eleição comum. Será o momento em que o brasileiro terá que decidir se continua sustentando um sistema que o sufoca — ou se rompe com esse ciclo.
De um lado, Lula e um modelo que aposta no controle, no gasto e na centralização.
Do outro, Flávio Bolsonaro e a proposta de um país mais livre, mais produtivo e menos dependente do Estado.
Não há mais espaço para neutralidade confortável.
Ou o Brasil reduz o peso do Estado, ou continuará sendo esmagado por ele.
Sobre o Autor:
Camilo Calandreli é gestor cultural especializado em Gestão Pública e Museologia, ex-Secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura no Governo Bolsonaro, autor de livros como:
- Um Breve Ensaio Sobre a Cultura no Brasil;
- Um Breve Ensaio Sobre a Agricultura no Brasil;
- Os Cinco Atributos do Cristão na Edificação de Uma Nação.
Graduado pela ECA-USP, pós-graduado em Administração e Gestão Pública Cultural (UFRGS), pós-graduação em Gestão Pública, Chefia de Gabinete e Assessoria Parlamentar (PUCRS), Gestão Cultural e Museológica (Universidad Miguel de Cervantes – Sevilla), além de MBA em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública (ESG/Instituto Venturo) e pós-graduação em Desenvolvimento Nacional, Política e Liderança (ESD). Atuou no Congresso Nacional (2021–2024) no Gabinete da Deputada Federal Carla Zambelli e, desde 2025, é Assessor Parlamentar do Deputado Estadual SP Lucas Bove; 14/4/26)

