GOLPISTAS E TRAIDORES DA PÁTRIA! - POR PAULO JUNQUEIRA


Por Paulo Junqueira
Nos últimos dias em que as páginas, os textos e as imagens das editorias de política na mídia analógica e digital foram transformadas em notícias espetaculosas envolvendo a elite empresarial e do poder em todas as suas esferas, ficam as certezas de que o País caminha, a passos largos, para assistir e conviver o caos instaurado pelo “sistema” que se meteu e parece viver seus últimos dias como predador mergulhando e se afundando no imenso lamaçal que criou.
Banqueiros, empresários da elite, donos de veículos de comunicação, advogados, intelectuais, jornalistas, professores e políticos de praticamente todas as facções, inclusive as criminosas, chafurdam a cada segundo as notícias que são divulgadas e que revelam novos fatos que ampliam o alcance das denúncias que são reveladas a conta-gotas.
Poucas são as fontes críveis e confiáveis mas, a bem da verdade, parte da mídia ainda não contaminada com os vultuosos recursos que são transferidos do Tesouro Nacional para os impulsionadores “fake” de notícias, estão realizando um trabalho brilhante e irretocável em denunciar os criminosos e os seus tentáculos que os submergirão no fosso da história.
Em todas as rodas de conversas não se fala em outra coisa que não seja o ocaso do governo Lula e o “sistema” que até então sobrevivia às custas das “políticas pública” que os enriquecia despudoramente ao mesmo tempo que empobrece as famílias brasileiras e empodera o crime organizado.
Nas faculdades, principalmente dos cursos de direito, economia e jornalismo, percebe-se o desconforto causado por aqueles professores que tentam impor seus princípios ideológicos de esquerda aos seus alunos, Como lhes – aos professores... – faltam argumentos consistentes para suas teses, é cada vez maior o distanciamento do que pregam com o que seus alunos efetivamente aceitam.

Faltam 261 dias para as eleições de outubro, quando teremos a oportunidade de votarmos nos melhores candidatos para a presidência e vice-presidência da República, governadores e vice-governadores, senadores (primeira e segunda vaga), deputados federais e estaduais.
A única forma democrática que temos para alijarmos, definitivamente, da política e dos cargos que esta classe de predadores ocupam para apenas locupletar a si e aos seus, é não votar neles e muito menos em quem indicarem. A ruína econômica, social, educacional, estrutural e principalmente no que tange a segurança pública e a saúde, têm digitais e DNA.
Votar nestes rapinadores e usurpadores é atestar nossa cumplicidade e nos igualarmos aos seus princípios criminosos e malfajezos, que contrastam com os valores que defendemos como Deus, Pátria, Família e Liberdade.
Autoridades brasileiras sancionadas pelo governo dos Estados Unidos
Em que pesem as narrativas mentirosas do presidente Lula da Siva, heis a relação das autoridades brasileiras e seus familiares sancionados pelo governo dos EUA e que deixa claro que a “química que rolou entre Trump e Lula” não teve o efeito que o mandatário brasileiro manifestou publicamente:
Alexandre de Moraes, ministro do STF: visto cancelado
Luís Roberto Barroso, ministro do STF: visto cancelado;
Flávio Dino, ministro do STF: visto cancelado;
Gilmar Mendes, ministro do STF: visto cancelado;
Dias Toffoli, ministro do STF: visto cancelado;
Cristiano Zanin, ministro do STF: visto cancelado;
Cármen Lúcia, ministra do STF: visto cancelado;
Edson Fachin, ministro do STF: visto cancelado;
Paulo Gonet, procurador-geral da República: visto cancelado;
Mozart Júlio Tabosa Sales, secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde: visto cancelado;
Alberto Kleiman, ex-funcionário do governo brasileiro: visto cancelado;
Alexandre Padilha, ministro da Saúde: restrições de circulação nos EUA;
Mulher de Alexandre Padilha, ministro da Saúde: visto cancelado;
Filha de dez anos de Alexandre Padilha, ministro da Saúde: visto cancelado;
Viviane Barci de Moraes, advogada e mulher de Moraes: Lei Magnitsky;
Jorge Messias, advogado-geral da União: visto cancelado;
José Levi, ex-procurador-geral da República: visto cancelado;
Benedito Gonçalves, ex-juiz eleitoral: visto cancelado;
Airton Vieira, juiz auxiliar e assessor do STF: visto cancelado;
Marco Antonio Martin Vargas, ex-assessor eleitoral de Moraes: visto cancelado;
Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, assessor judicial de Moraes: visto cancelado (Fonte Jornal O Estado de S.Paulo, 23/0/25)
Fávaro anuncia sua renúncia ao Ministério da Agricultura

Foto e legenda do Instagram: “Carlos Fávaro foi covarde, traiu a direita, o agronegócio e o Estado do Mato Grosso”
O ainda ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, esteve reunido com o presidente Lula da Silva nesta última sexta-feira para anunciar que se afastará do cargo no próximo mês de abril para voltar a ocupar cadeia no Senado Federal. No ranking de desempenho dos ministros da Agricultura, Fávaro foi, disparado, o pior deles.
Mentiu quando em 2023, se declarou desconvidado para participar da abertura da Agrishow, maior feira do agro latino-americano, apenas para não se encontrar dom o então já então ex-presidente da República. Nos incêndios criminosos provocados pelo PCC e MST no interior de São Paulo em 2024, simplesmente desapareceu junto com a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente. Pior: ambos tentaram transferir a culpa aos produtores rurais.
Na famigerada COP30 e na negociação do acordo Mercosul/UE Fávaro simplesmente despareceu. Não construiu e não deixou nenhum legado, a exemplo do que ocorre com o governo Lula 3. Na política Fávaro também foi um desastre não conseguindo eleger sua filha Rafaela na chapa do PT que perdeu as eleições para Abilio Brunini (PL)
Principais dificuldades apontadas pela imprensa Internacional

Foto Wilton JuniorEstadão
Análise e abordagem feita por jornalistas estrangeiros correspondentes no Brasil de veículos europeus e americanos:
Entre o diagnóstico estrutural e o olhar de mercado, podemos nos enxergar no espelho, nos beneficiando de uma perspectiva mais distante e objetiva. Apesar dos diferentes tons, há três pontos em que praticamente todos convergem:
a baixa produtividade como principal problema estrutural — associada à ineficiência tributária, ao limitado grau de investimento público e à manutenção de um ambiente regulatório complexo;
os juros elevados, que não decorrem apenas da política monetária, mas também do risco fiscal e da estrutura institucional;
e, por fim, o reconhecimento de que o potencial brasileiro permanece elevado, diante da matriz energética limpa, do agronegócio competitivo e de um sistema financeiro sólido.
A divergência entre as visões sobre o Brasil não está no potencial, mas nas causas do desempenho aquém do esperado. Uma primeira leitura, mais estruturalista, admite que o potencial existe, mas está bloqueado. Trata-se de um país com vantagens evidentes que deveriam resultar em crescimento mais robusto e contínuo.
Outra visão, mais orientada pelo mercado, interpreta o Brasil como um ativo sensível ao ciclo de investimentos e ao apetite por risco. Nessa perspectiva, o potencial brasileiro é visto como tático e cíclico, e não como uma promessa estrutural permanente.
Há ainda uma terceira abordagem, segundo a qual o potencial do País está sendo construído gradualmente. Ela reconhece as fragilidades estruturais, mas discorda da ideia de estagnação institucional completa. O problema não estaria na ausência de reformas, e sim no ritmo insuficiente para elevar rapidamente a produtividade.
A narrativa que parece dominante no exterior é a visão cíclico-financeira: a de um país com juros elevados, forte exposição a commodities, ampla liquidez de mercado e elevada sensibilidade ao ciclo do dólar.
No fundo, a interpretação predominante lá fora traz uma mensagem desconfortável. O problema nunca foi a falta de potencial, mas a repetição de erros políticos, institucionais e sociais que corroem a previsibilidade e desviam energia das reformas capazes de aumentar a produtividade.
O mundo não exige que o Brasil faça tudo certo. Apenas que deixe de fazer tudo errado ao mesmo tempo. Quando essa virada ocorrer, o reconhecimento virá menos como surpresa e mais como consequência natural”
Fatos & Perspectivas
Golpistas e traidores da pátria?

Luis Edson Fachin, presidente do STF; Lula da Silva, presidente da República; Davi Alcolumbre, presidente do Congresso Nacional. Foto Reprodução Blog Metrópoles
A tríade dos escândalos que envolvem o País, sendo a maior o do Banco Master. Nunca o Supremo Tribunal Federal, agora presidido pelo ministro Edson Fachin foi alvo de ataques e tamanhas críticas envolvendo seu comando e escândalos envolvendo ministros como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, dentre outros;
Já o senador Davi Alcolumbre (AP/União) mantém em sua gaveta 80 pedidos de impeachment de ministros no Senado;
E, Lula da Silva, é o responsável em transformar o Brasil no país com os piores índices econômicos e sociais do planeta. Lidera apenas os índices de corrupção escandalosos e gigantescos como o do INSS, Banco Master, e outros;

Dilma e Lula, durante a conferência "Igualdade e o Futuro da América Latina", realizado no Rio de Janeiro -André Coelh-EFE

