03/06/2026

Lula deseja a morte de Flávio e a verdade sobre o tarifaço! – Paula Sousa

Lula deseja a morte de Flávio e a verdade sobre o tarifaço! – Paula Sousa

Imagem reprodução UOL

O Brasil assiste hoje ao desmoronamento completo de uma farsa diplomática e econômica que foi vendida por anos como "o retorno do grande estadista". Por trás dos discursos ensaiados e da maquiagem da grande mídia, a realidade bate à porta do Palácio do Planalto da forma mais brutal possível: o país virou um pária mundial isolado, o presidente da República demonstra um descontrole mental e histórico sem precedentes e, no ápice do desespero, chega a sugerir a execução de um opositor político em praça pública.

 

A verdade sobre a recomendação de tarifas de 25% pelos Estados Unidos e a recente e desastrosa fala de Lula em Catalão, Goiás, revelam o tamanho do abismo para onde o atual governo está empurrando a nação.

 

Para entender a gravidade do que está acontecendo, precisamos primeiro desarmar a bomba de fumaça que a esquerda e a imprensa militante tentaram criar em torno da economia. O escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos propôs uma tarifa básica de 25% sobre todas as importações vindas do Brasil.

 

No mesmo instante, a máquina de propaganda do PT e seus satélites na internet correram para os microfones para culpar a oposição, especificamente o senador Flávio Bolsonaro, acusando-o de "traidor" por ter ido a Washington. É uma inversão culposa e ridícula da realidade.

 

A verdade nua e crua é que os 25% de taxa propostos utilizam a famosa Seção 301 da Lei de Comércio americana de 1974. Como funciona esse mecanismo? A Seção 301 é um instrumento legal poderoso que permite ao presidente dos Estados Unidos aplicar sanções e tarifas contra países que praticam comércio injusto ou violam acordos internacionais.

 

Não se trata de um rompante ou de um tuíte improvisado em uma cartolina, como a própria jornalista Miriam Leitão foi obrigada a admitir na TV. Ela mesma alertou:

 

“Essa é uma investigação que é feita dentro da legislação americana há muito tempo, né? Como disse o Felipe Qualho, desde 74 essa legislação existe... Essa não, essa é mais perigosa porque ela existe essa sessão 301 desde 74 e foi então todos os ritos foram seguidos. Então o Trump pode dizer que todos os ritos foram seguidos, que o Brasil teve chance de se defender, que foi lá se defender, mas tá sendo condenado a essa tarifa nova. Então, o Brasil tem usado esses argumentos, mas ao ser condenado dentro depois de cumprir todos os requisitos, os ritos, é mais perigoso, porque é mais difícil derrubar na justiça”.

 

E qual é a justificativa oficial que os americanos usaram para sugerir essa punição pesada no lombo do Brasil? O governo de Donald Trump usou o sistema contra o próprio sistema, sequestrando a narrativa ambiental que o PT passou anos usando para fazer turismo internacional de jatinho. Os Estados Unidos alegaram práticas comerciais injustas por parte do Brasil, incluindo barreiras digitais, falta de proteção à propriedade intelectual e o desmatamento ilegal.

 

Sim, os americanos apontaram que o desmatamento ilegal sob a gestão de Lula gera uma concorrência desleal e configura dumping ecológico. O feitiço ecológico virou contra o feiticeiro de forma devastadora. Nem o malabarismo dos comentaristas econômicos consegue esconder que o Brasil está sendo punido pela própria incompetência do governo federal em gerir o País.

 

Mas há um detalhe vital que a esquerda esconde e que muda todo o jogo político: por enquanto, essas tarifas não estão em vigor. O que foi divulgado é apenas um relatório que recomenda a taxação futura. Não há cobrança ativa ainda. E é exatamente aí que entra a figura de Flávio Bolsonaro como a única liderança capaz de salvar o setor produtivo brasileiro da ruína.

 

Ao contrário das mentiras espalhadas pela militância, Flávio Bolsonaro não foi aos Estados Unidos para pedir taxas, mas sim para construir uma barreira de proteção para o empresariado brasileiro. O senador enviou uma carta formal diretamente a Marco Rubio, o secretário de Estado americano, pedindo expressamente que os Estados Unidos poupem o Brasil dessa taxação. A manchete do portal Metrópoles confirmou o movimento: “Flávio envia carta a Rúbio para pedir que EUA poupe Brasil de taxação”.

 

Flávio está garantindo que o País não seja destruído economicamente. Se o presidente americano receber esse relatório e decidir segurar a canetada dizendo que está conversando bem com Flávio e que vai postergar a decisão para ver como as coisas se resolvem politicamente por aqui, Lula receberá um xeque-mate monumental.

 

A oposição passa a ser o único "token de garantia" contra a destruição econômica do País, provando que o mercado financeiro e os investidores só terão segurança se confiarem na liderança de Flávio.

 

O desespero de Lula ao perceber que foi encurralado pela diplomacia americana e pela competência de Flávio Bolsonaro resultou em um dos episódios mais vergonhosos, violentos e assustadores da história política recente. Subindo em um palanque oficial na cidade de Catalão, em Goiás, o atual mandatário destilou um ódio cego, comportando-se como um verdadeiro ditador de republiqueta, atacando a família Bolsonaro e revelando sua face mais cruel e autoritária. Ele disparou as seguintes palavras:

 

“O que eu quero dizer com isso é que esses filhos do Bolsonaro conseguem ser pior do que ele e são, na verdade vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. É isso que vocês têm que dizer. Alto e bom som. são traidores. Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado. O que merecem os traidores da pátria que vão pedir intervenção de um país no nosso país. Pensem, pensem, meditem, porque esse cidadão hoje aparece lá dizendo: 'Eu não falei nada, eu não falei nada'. Todo covarde é assim. Fala merda que fala, depois não tem coragem de assumir o que fala, fica tentando mentir”.

 

Como professora de história que estudou de verdade, que não passou os anos de faculdade fumando ervas aromáticas na praça e contando faltas para passar de ano, e que teve a benção de um pai presente que sempre voltou para casa, a resposta a esse discurso me salta aos olhos imediatamente. É por ter estudado e compreendido o passado que eu jamais poderia ser de esquerda. A jumentice histórica demonstrada por Lula nesse palanque é de dar vergonha alheia em nível continental.

 

O "pai dos pobres", que adora posar de intelectual, tentou citar a Inconfidência Mineira para parecer letrado e conseguiu errar tudo. Ele afirmou categoricamente que o traidor Joaquim Silvério dos Reis foi enforcado. Errado! Quem foi enforcado, esquartejado e teve a cabeça espetada em um poste em 1792 foi o herói, o mártir Tiradentes. Joaquim Silvério dos Reis, o delator, viveu como um rei. Ganhou uma pensão gorda da coroa portuguesa, encheu os bolsos de ouro, mudou-se para o Maranhão, virou chefe de milícia e morreu rico, de velhice, na sua própria cama em 1819.

 

Lula trocou o vilão pela vítima, o carrasco pelo herói. Onde estava o exército de assessores que ganham fortunas de dinheiro público? Onde estavam os redatores de discursos e os professores de história que passam o dia bajulando o governo na internet? Sumiram, deixando o homem livre para passar esse mico histórico diante das câmeras.

 

Porém, o erro histórico não é a parte mais grave. O verdadeiro perigo reside no tom sanguinário e na truculência medieval de suas palavras. O homem que subiu ao poder falando em pacificação, o suposto paladino do "amor venceu", tirou a máscara de bom moço e sugeriu, com todas as letras, o enforcamento da oposição política em praça pública.

 

Essa tática de silenciar, demonizar e sugerir a eliminação física de opositores políticos não é novidade na história; ela faz parte da cartilha mais sombria dos regimes totalitários. É o mesmo método utilizado por ditadores sanguinários como Lenin, Stalin, Hitler, Mussolini, Mao Tse-Tung e Pol Pot. Quando um governante recorre ao palanque para clamar pela eliminação de seus adversários, ele deixa claro que seu modelo de governança não é a democracia, mas sim o autoritarismo violento que marcou os períodos mais obscuros da humanidade.

 

E o alerta que precisamos levantar com urgência máxima é ainda mais sombrio. A internet e os analistas políticos estão fervendo com uma especulação pesada: por que Lula demonstrou esse ódio bíblico e espumou de raiva especificamente contra Flávio Bolsonaro logo após a viagem deste a Washington? A resposta está na segurança pública.

 

Na semana passada, Flávio Bolsonaro esteve no Salão Oval e pediu formalmente ao governo americano que enquadrasse o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas estrangeiras. E o Departamento de Estado americano atendeu ao pedido, colocando as duas facções na lista de terroristas globais. Isso significa que o cerco financeiro internacional fechou contra os barões do tráfico; qualquer banco ou plataforma que ousar lavar dinheiro para essas facções será implodido pelos satélites e drones do sistema financeiro dos Estados Unidos.

 

No dia seguinte a esse golpe mortal contra o crime organizado, Lula sobe enlouquecido no palanque pedindo a cabeça de Flávio Bolsonaro e falando em forca. Para bom entendedor na linguagem das ruas, isso soa como um terrível "apito de cachorro", um recado cifrado, um verdadeiro salve para o crime organizado.

 

É como se o chefe do Executivo estivesse apontando o dedo para o senador e dizendo para as facções quem foi o responsável por colocar o FBI e o tesouro americano na cola deles. No Brasil, esse tipo de sinalização tem um significado assustador. O próprio Lula já havia demonstrado seu incômodo com o endurecimento americano contra os criminosos locais em seu discurso sobre a Petrobras, quando reclamou abertamente:

 

“O tal do Marco Rúbio, que é o chefe do Departamento dos Estados, que é o anti América Latina, que é o inimigo mortal de Cuba, que é o inimigo mortal de vários países latino-americanos e que eu já disse ao Trump que ele não gosta do Brasil, ele não estava da reunião que eu fiz com o Trump... Eu tô muito triste hoje com a notícia de que o secretário dos Estados Unidos da América do Norte, um tal de Marco Rúbio, ah, disse que os Estados Unidos diz que os nossos criminosos aqui são terroristas”.

 

O nível do mico internacional e do isolamento do Brasil é vergonhoso. De um lado, temos um presidente com a popularidade despencando, vaiado por onde passa, incapaz de andar na rua e que passa vergonha errando a história do próprio país. Do outro lado, vemos o senador Flávio Bolsonaro sendo recebido com honras no Salão Oval pelo homem mais poderoso do mundo, Donald Trump, que fez questão de postar uma foto sorridente ao seu lado com a seguinte legenda: "Foi muito bom ter o Flávio Bolsonaro no salão oval da Casa Branca, um jovem inteligente que ama muito o seu País, o Brasil".

 

Qual opinião geopolítica tem valor real hoje? A de um governante isolado que confunde Tiradentes com Silvério dos Reis ou a do líder da maior superpotência do planeta que elogia publicamente a oposição brasileira? A resposta é óbvia. A diplomacia da ambiguidade, de piscar para o Irã, abraçar a China, receber navios de guerra e aceitar generais venezuelanos sancionados por envolvimento com o narcotráfico como adidos militares no Brasil transformou o país no saco de pancadas oficial de Washington.

 

O xadrez do atual governo fez com que o secretário de Estado, Marco Rubio, fosse ao Senado americano redesenhar o mapa da nossa região, celebrando os aliados vizinhos e excluindo o Brasil da lista de amigos de forma humilhante. Ele declarou textualmente em audiência pública:

 

“... temos uma situação econômica que vai bem. Basicamente, com exceção da Nicarágua, com exceção de Cuba e obviamente com exceção da Venezuela, restam alguns desafios e, claro, o Brasil, embora eles estejam no meio de um ciclo eleitoral, e, até certo ponto, o atual governo da Colômbia também — pelo menos o problema com o presidente. Mas, de modo geral, é agora uma região cheia de aliados americanos, líderes amigáveis aos Estados Unidos e em uma direção favorável aos americanos”

 

O veredito de Washington foi dado e veio com força total: o Brasil hoje é visto oficialmente como um desafio não amigável, colocado no mesmo balaio ditatorial de Cuba, Nicarágua e Venezuela. O anão diplomático atacou novamente e nos transformou no pária do continente.

 

A era Trump não vai tolerar o deboche na TV, a regulação autoritária contra as Big Techs americanas ou o flerte com o terrorismo. O novo embaixador designado para o Brasil, Daniel Perez — o "Pequeno Rúbio", filho de cubanos que fugiram da ditadura de Fidel Castro, católico e conservador raiz —, trará na mala a diplomacia do porrete. Ele não virá para tirar fotos românticas na Amazônia ou discutir pautas politicamente corretas; virá como os dentes caninos de Trump para vigiar as eleições de 2026 e exigir tolerância zero contra o crime organizado.

 

A festa da esquerda acabou. O atual governo não tem estômago nem credibilidade para lidar com o que está por vir. Diante do desastre completo que se instalou no poder, Flávio Bolsonaro se consolida como a única escolha real e a única voz respeitada internacionalmente capaz de proteger o povo brasileiro da miséria, restabelecer a ordem e salvar o Brasil da destruição (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 3/6/2026)