Lula: Juros escorchantes faz dos bancos no País os mais rentáveis do mundo

Com Lula III voltaram os esquemas, os escândalos e a velha engrenagem da corrupção disfarçada de progresso. E o País afundando em impostos para sustentar esse sistema de poder. Imagem Reprodução Instagram
“O Brasil vai colher uma das maiores safras da sua história em 2026.
Este não é um ano de crescer. É ano de sobreviver. O produtor rural está no fio da navalha e o Brasil vai colher uma das maiores safras da história.
Mesmo assim, 2026 vai testar a sobrevivência econômica do produtor rural. O paradoxo da safra 2026 é este:
- Produção robusta
- Área plantada crescendo
- Tecnologia avançando no campo
X Preços internacionais em baixa
X Custos de produção em alta
X Juros escorchantes sufocando o crédito
X Margens de lucro derretendo” – Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e professor emérito da Fundação Getúlio Vargas; C.Agro Consultoria

Por Paulo Junqueira
Ao questionarmos o IA Google se “os juros são a maior praga dos produtores rurais brasileiros?”, a resposta é imediata, objetiva, esclarecedora e desnuda as narrativas inverídicas de Lula e do “sistema” do seu entorno que estão quebrando os pilares da economia brasileira impondo prejuízos que só poderão ser parcialmente recuperados com muito esforço e trabalho nas próximas décadas e até mesmo nas próximas gerações:
“Sim, os juros elevados são amplamente considerados um dos maiores entraves — ou "pragas" financeiras — para os produtores rurais brasileiros atualmente, pressionando a sustentabilidade e a viabilidade do agronegócio. O cenário de alta inadimplência e endividamento estrutural, que ultrapassa R$ 1 trilhão em 2025/2026, é agravado pelo alto custo do dinheiro e pela queda nas margens de lucro, tornando o crédito caro um fator crítico para a produção.
Enquanto o governo Lula adota um discurso voltado para a distribuição de renda e maior controle sobre os ditos por ele de "super-ricos", os dados econômicos mostram que o setor financeiro privado, em geral, continua operando com lucros recordes, lembrando que os banqueiros apoiaram Lula na eleição de 2022. A relação não se baseia em uma "aliança política" ideológica, mas sim com os bancos mantendo alta lucratividade durante a gestão petista

Plano Safra 2025/26: A maior taxa de juros já paga pelo produtor rural. Imagem Reprodução FPA
Impactos dos Juros e do Cenário Atual (2025-2026):
- Endividamento Estrutural: A inadimplência no agro fechou 2024 em níveis preocupantes e cresceu no terceiro trimestre de 2025, com especialistas apontando que os juros altos tornaram o endividamento crônico, não mais pontual.
- Custos de Produção: Com a taxa Selic elevada (prevista para patamares elevados em 2025/2026), o custo do crédito rural aumentou, limitando o investimento e o custeio da safra.
- Margens Apertadas: A combinação de custos de insumos atrelados ao dólar e juros altos tem pressionado as margens dos produtores, aumentando o risco de quebra financeira.
- Inadimplência Elevada: No final de 2025, o endividamento do produtor rural em crédito livre atingiu picos históricos, evidenciando a dificuldade em arcar com os pagamentos.
Conclusão
Junto com fatores climáticos, a oscilação de preços das commodities e o custo dos insumos, os juros são um dos principais fatores que ameaçam a produção rural, sendo frequentemente descritos como um "alerta no campo" devido ao alto custo do dinheiro.
Lula transformou o Brasil no paraíso global dos rentistas
O mesmo IA Google reconhece que a política imposta por Lula no Banco Central, onde todos os diretores atuais foram nomeados por ele, transformou o Brasil no paraíso global dos rentistas: “Há um forte embasamento para afirmar que o Brasil se destaca globalmente como um dos "paraísos dos rentistas" — termo dado aos investidores que vivem de rendimentos de juros, especialmente sobre a dívida pública.
O Brasil frequentemente lidera ou figura nas primeiras posições do ranking de maiores taxas de juros reais do mundo (juros nominais menos a inflação), o que garante rendimentos excepcionalmente altos para quem possui capital investido.
Aqui estão os pontos principais baseados nos dados atuais:
- Ranking de Juros Reais: Levantamentos (como o da MoneYou) indicam que o Brasil se mantém consistentemente no topo (geralmente em 2º lugar, alternando com a Turquia ou Rússia) em juros reais, com taxas frequentemente acima de 10% ao ano, superando de longe as economias desenvolvidas.
- Concentração de Renda: O rentismo beneficia uma pequena parcela da população. Os 10% mais ricos no Brasil detêm cerca de 59% da renda nacional, sendo uma das maiores concentrações de renda do mundo.
- Rapidez no Aumento de Patrimônio: Estudos sugerem que rentistas brasileiros podem dobrar seu patrimônio muito mais rápido do que em economias como a dos EUA, devido à taxa de juros elevada.
- Dívida Pública "Galinha dos Ovos de Ouro": O alto endividamento interno brasileiro e a necessidade de juros altos para atrair investidores transformam o pagamento da dívida pública em um dos maiores beneficiadores do setor financeiro e de grandes investidores.
Resumo: Embora rentistas existam no mundo todo, a combinação brasileira de juros nominais elevados, inflação controlada e dívida interna alta torna o país um dos locais mais vantajosos do mundo para o acúmulo de capital financeiro.
As variações da taxa Selic nos mandatos dos últimos presidentes
A taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira, variou significativamente desde o governo de Fernando Henrique Cardoso, refletindo diferentes contextos inflacionários, crises econômicas e diretrizes de política monetária.
Com base em dados históricos e análises de juros médios anuais (aproximados), segue o panorama da Selic por governo:
- Fernando Henrique Cardoso (1995–2002): Período marcado pela estabilização da moeda (Plano Real) e crises internacionais. Os juros começaram muito altos para garantir a credibilidade da nova moeda e defender o câmbio.
Média: A taxa Selic foi elevada, com médias anuais frequentemente acima de 20% a 30% ao ano nos primeiros anos.
- Luiz Inácio Lula da Silva (2003–2010): O primeiro mandato começou com juros altos (em 2003, a taxa estava acima de 25) para conter a inflação, mas apresentou uma tendência de queda no segundo mandato, com média de 11,1%.
- Média dos dois mandatos: A média geral do período foi elevada, com o primeiro mandato registrando média próxima a 18,7% e o segundo em torno de 11,1%.
- Dilma Rousseff (2011–2016): Teve um início com juros menores, mas, devido ao aumento da inflação, a Selic subiu expressivamente, terminando o governo em patamares elevados (chegando a 14,25% ao ano).
* Média: O primeiro mandato teve média de 9,9% (influenciado por uma queda inicial), com alta expressiva no início do segundo mandato.
- Michel Temer (2016–2018): Período de forte redução da taxa Selic, que saiu de patamares de dois dígitos para níveis menores, com média de 10,9%.
- Jair Bolsonaro (2019–2022): A Selic atingiu a mínima histórica de 2% ao ano em agosto de 2020 durante a pandemia. No entanto, encerrou o governo em alta devido ao retorno da inflação, com taxa de 13,75% ao final de 2022.
o Média: A taxa Selic média durante o mandato foi de 6,6% ao ano.
- Lula (2023–Atual): O terceiro mandato iniciou-se com a Selic elevada (13,75%), mantida alta para combater a inflação. A taxa média nos primeiros anos do governo (2023-2025) tem sido de aproximadamente 12,5%.
Resumo das Médias por Período (Dados aproximados - CNN/Dados BC):
- Lula 1 e 2: ~15% (média conjunta)
- Dilma 1: ~9,9%
- Temer: ~10,9%
- Bolsonaro: ~6,6%
- Lula 3 (até meados de 2025): ~12,5% (IA Google)
A bem da verdade, fica claro que os governos considerados de “esquerda” jogam no colo dos rentistas altas taxas de juros, que prejudicam a economia nacional e favorece apenas o lucro do “sistema bancário”. Neste contexto, o governo Bolsonaro foi o único nos últimos 31 anos que enfrentou esta anomalia e apresentou a menor taxa Selic e, por consequência, as menores taxas de juros mesmo enfrentando o caos criado com a epidemia da Covid.

Mesmo com desemprego em baixa, dados falseados pelo IBGE - as denúncias internas de servidores sobre a integridade técnica (a "carta aberta" de 2025) indicam tensões reais sobre a autonomia do órgão – segundo a Serasa, o Brasil já registra 81,2 milhões de inadimplentes, equivalentes a 10,5% a mais em relação a dezembro de 2024. Na Equifax Boa Vista, são 59 milhões de CPFs negativado, ante cerca de 55 milhões no ano retrasado.
Dos 10 bancos mais rentáveis do mundo, 4 são brasileiros. Nossos grandes bancos brasileiros estão consistentemente entre os mais rentáveis do mundo, frequentemente figurando no topo do ranking global de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE). Instituições como Itaú, Banco do Brasil, Bradesco e Santander Brasil superam bancos americanos e europeus em rentabilidade, impulsionados pela alta concentração bancária, juros elevados e spreads altos.
No decorrer da semana passada, Itaú e Unibanco divulgaram seus balanços para o exercício de 2025:
RAIO-X | ITAÚ UNIBANCO 2025
Fundação: 2008, ano de fusão do Banco Itaú e do Unibanco
Lucro líquido: R$ 46,83 bilhões
Clientes: 70 milhões
Agências e pontos de atendimento: 2.529
Funcionários: 92.470
RAIO-X | BRADESCO EM 2025
Fundação: 1943, em Marília (SP)
Lucro líquido recorrente: R$ 24,6 bilhões
Agências bancárias: 2.009
Clientes: 74,3 milhões
Política do escárnio

Presidente Lula induz taxa de juros estratosférica que transforma os bancos brasileiros dentre os mais rentáveis do mundo enquanto a economia e o País afundam e sofrem as consequências desta política predatória e irresponsável. Imagem Reprodução YouTube
A “política econômica” imposta por Lula da Silva aos brasileiros é, convenhamos, um autêntico e legítimo escárnio - ato de zombar, menosprezar ou desdenhar de alguém ou algo com agressividade e ironia, visando ridicularizar ou demonstrar profundo desprezo – a todos nós.
Não bastassem os escândalos – todos eles com digitais e DNA dos predadores que compõem e formam a cleptocracia brasileira (INSS, Banco Master...) a “esquerdalha” se articula para as eleições de outubro. Será a única oportunidade que teremos para enfrentá-los, derrotá-los e afastá-los, para sempre, da condução dos destinos do nosso País.
E, mais, temos que trabalhar com foco na renovação dos quadros da nossa representação política – Presidência da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais – com efeitos imediatos e mudanças no Senado Federal para impor ações necessárias aos ministros do STF – impor ações judiciais a todos os envolvidos e responsáveis aos sucessivos assaltos aos cofres públicos perpetuados pelos cleptocratas de plantão.
E, para nós paulistas, seria oportuno termos como candidatos do “sistema” e defensores do desgoverno de Lula da Silva ao Senado Federal dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Marina Silva (Meio Ambiente) e Simone Tebet (Planejamento). A tríade da incompetência. Ao percorrerem o interior do Estado, conheceriam o resultado do progresso e desenvolvimento e do protagonismo das famílias dos produtores rurais.
E ouviriam, dos mesmos produtores rurais raiz, as dificuldades que são obrigados a enfrentar e a conviver pelo desastre das políticas econômica, ambiental e de planejamento governamental impostas pelos cleptocratas que enriquecem na mesma proporção que o povo sofre o revés de assistir ao enfraquecimento e esfacelamento do tecido social brasileiro.
Também o vice-presidente de Lula da Silva, Geraldo Alckmin, deveria deixar Brasília para vir ao interior paulista e ver os resultados da excelente gestão de Tarcísio de Freitas que está transformando o Estado e oferecendo mudanças estruturais no agro, na segurança pública, na educação, na saúde, mobilidade, privatizações e desenvolvimento econômico, enfim, em todos os setores de interesse dos paulistas.
Alckmin constataria que seus 4 mandatos como governador, além de não deixar nenhuma marca, não podem ser em nada comparados com os 3 anos do primeiro mandato de Tarcísio de Freitas. Pesquisas de 2025 (como Real Time Big Data e Genial/Quaest) apontaram que a aprovação da gestão oscila entre 60% e 67% dos eleitores.
Devido à popularidade, levantamentos indicam que ele é o favorito para a reeleição em 2026, com potencial de vitória no primeiro turno, destacando-se como o governador mais bem avaliado em cenários de pesquisa.
STF autoriza nossa visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro

Foto Douglas Intrabartolo
Através do ministro Alexandre de Moraes o Supremo Tribunal Federal autorizou a nossa visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro na manhã do próximo dia 4 de março. Recebemos a notícia com um misto de alegria por podermos encontrar com ele e tristeza por ser nessa situação de tanta injustiça.
Assim que a mídia nacional divulgou a autorização para a visita, recebemos inúmeras manifestações de amigos e até mesmo de pessoas desconhecidas pedindo que levássemos ao presidente Bolsonaro o apoio com afeto e a solidariedade especialmente nestes tempos de adversidade. Com a Graça de Deus, assim será!
“O Brasil merece um projeto de País” – Deputado Federal Alceu Moreira (MDB/RS)

Deputado Federal Alceu Moreira (MDB/RS). Foto Divulgação
“Nós temos um governo federal que é nosso adversário e que rotula o produtor rural brasileiro como fascista. Nós estamos fazendo a nossa parte com todos os problemas possíveis, mas, convenhamos, não é fácil produzir o agro brasileiro com uma taxa Selic de 15% e com juros que chegam a 28% ao ano.
Não sei se o plantador de maconha conseguiria pagar uma conta dessas, mas alguém do governo certamente saberá porque este negócio do narcoestado eles conhecem bem!
Todos os dias a senadora Tereza Cristina (PP/MS) amanhece e anoitece dentro do Supremo Tribunal Federal porque eles querem acabar definitivamente com o marco temporal e total desrespeito ao direito à propriedade.
Gozado, se os índios entrassem nos apartamentos deles no Rio de Janeiro eles berrariam muito. Mas lá também tinha índio. Por que só no resto do Brasil não vale essa regra?
Grande parte das terras demarcadas não são para os índios, são para colocar como área exclusiva para que eles roubem a riqueza do subsolo e sobressolo.
Nós teremos eleição neste ano e nós queremos tirar do governo esta roubalheira interminável na qual um escândalo embarca em outro e assim sucessivamente.
Não aguento mais ouvir este coro: “Fulano ladrão, teu lugar é na prisão”.
Esse presidente não é o presidente dos meus netos e meus filhos. Eu quero um presidente que possa ser chamado de honesto, sem adjetivos. Eu quero um presidente intelectualizado, um presidente que represente a imagem e o futuro do meu País em qualquer mesa em que ele sentar no mundo.
Este brasileiro não apenas ocupará as mesas do mundo, mas ele ocupará as consciências do mundo para dizer: “Nós somos agroambientalistas, nós preservamos mais do que ninguém, mas nós sabemos produzir comida para o mundo inteiro.
Um dia o meu País terá um presidente do tamanho da profundidade e da força de trabalho que o agro tem. E está nas nossas mãos na próxima eleição fazermos esta proeza”.
Fatos & Perspectivas

Paulo Hartung. Foto Reprodução Facebook
- Do ex-governador Paulo Hartung, do Espírito Santo, atual presidente do IBA – Instituto Brasileiro de Árvores:
1 - De acordo com o Censo Agropecuário, consolidado pela Esalq/USP, apenas 8% (394 mil) do total de propriedades rurais no Brasil são responsáveis por 82% daquilo que é produzido no campo. Ou seja, mais de 4 milhões de propriedades rurais seguem fora do jogo;
2 - As estatísticas postas lado a lado indicam o rumo a seguir. A simples introdução de técnicas modernas, aliada a políticas públicas, possibilitaria um aumento extraordinário de nossa capacidade produtiva nos próximos anos. De fato, as oportunidades a serem aproveitadas são enormes;
3- Vale lembrar que o País tem hoje mais de 100 milhões de hectares de terras já antropizadas com algum nível de degradação, segundo o Atlas das Pastagens, da Universidade Federal de Goiás. Terras que podem ser utilizadas para diversos fins, como a produção de grãos, fibras, energia e restauração florestal. Esse movimento, articulado à capacidade técnica e ao avanço tecnológico, nos coloca em posição privilegiada para seguirmos garantindo a segurança alimentar global.

Imagem Reprodução Instagram
- Inverossímil 1 - Lula dá largada para eleição com base mobilizada e discurso contra privilégios. Presidente participa na Bahia de aniversário do PT, que se reafirma como partido 'contra o sistema' (sic...);
- Inverossímil 2 - Da série “PT, Escola de Formação de Novas Lideranças Políticas”:
O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou ter recebido um convite pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ser candidato à Presidência da República em 2010 com o apoio do petista, desde que deixasse o PSDB e se filiasse ao então PMDB, hoje MDB. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Gaúcha nesta sexta-feira, 6;

Imagem Reprodução Blog Veja
- Inverossímil 3 - Haddad diz que Bolsonaro 'estuprou' contas públicas e que oposição terá trabalho para criticar economia. Ministro da Fazenda defende que gestão anterior tentou inviabilizar governo Lula pelo estrangulamento do orçamento;

Imagem Reprodução Instagram
- Verossímil 1 – Se você mover o ponteiro do relógio para a esquerda, ele atrasa, mas se mover ele para a direita, ele adianta, né não?
- Verossímil 2 - Se o Lula tirou o povo da pobreza pra que o vale gás mesmo?
- Verossímil 3 – Definição do ex-ministro Ciro Gomes: “Petista é uma cartomante com Alzheimer. Sabe tudo sobre os próximos 4 anos, mas não lembra nada dos últimos!
- Verossímil 4: Definição do deputado federal Rafael Zucco (PL-RS): “Faz 23 anos que os pobres votam no PT. E continuam pobres!”
- Verossímil 5: Definição de Aristeu Nogueira Soares: “PT lança campanha para militantes enviarem cartas ao Lula. Só pode ser brincadeira. Os militantes não sabem escrever. Lula não sabe ler. E os Correios não entregam”
- Verossímil 6 – Em frente à UPA da Av. 13 de Maio nº 353 em Ribeirão Preto, está instalado um totem que contém a seguinte inscrição “inspiradora” da cultura esquerdista que ainda reina em Brasília: País rico é país sem pobreza!
- Verossímil 7 – A falta total de criatividade dos responsáveis pelo caos da saúde pública brasileira poderia acrescentar à mensagem deixada no totem o seguinte recado: País rico é aquele onde os cleptocratas são punidos com o rigor da lei e ficam encarcerados e a punição magistral é aplicada aos juízes que cometem infrações funcionais!
- Verossímil 8 - Paga-se mais imposto no Brasil do que nos EUA, principalmente sobre o consumo, que é um imposto regressivo e afeta mais os mais pobres. Nos EUA, embora a alíquota máxima de IR seja maior, o sistema permite mais deduções, e a tributação sobre consumo é menor, com maior retorno em serviços públicos;
- Ranking dos senadores e partidos que não assinaram o pedido de investigação do Banco Master:
PSD (Partido do Kassab): 9
PT (Partido do Lula): 8
MDB (Partido presidido pelo deputado federal Baleia Rossi): 7
PSB: 4
Progressistas (Partido do senador Ciro Nogueira): 3
União Brasil (Partido do senador David Alcolumbre): 2
PL: 2
PDT: 1
Podemos: 1
- Mea culpa 1 – Lula da Silva admitiu neste último sábado (7) em Salvador (BA) durante evento do PT que o partido “não está com essa bola toda’ em Estados e cita queda em SP. “O PT governava 24 milhões de pessoas na Grande São Paulo. O PT governava Osasco, Guarulhos, Santo André, São Bernardo, Diadema, Mauá, Campinas, governou Piracicaba”;
- Mea culpa 2 – “Hoje o que o PT governa? O que aconteceu? O que aconteceu? Alguma coisa. Em algum momento nós erramos. Em alguma coisa nós erramos. E ter capacidade para dizer aonde nós erramos para corrigir. A gente não pode continuar persistindo no erro. O PT em Santo André era um PT extremamente organizado. Era símbolo. O que aconteceu com o PT em Santo André? As brigas internas acabaram com o PT.”
- Mea culpa 3 – Convenhamos, arrogante como sempre foi sua marca, o octagenário Lula já antevê a surra que ele & cia. tomarão em São Paulo e em todos os outros Estados da federação nas eleições de outubro/26. Ou não?
(Paulo Junqueira é advogado e produtor rural. É também presidente do Sindicato Rural de Ribeirão Preto; 9/2/26)

