07/04/2026

Lula nos condenou ao caos – Por Paula Sousa

Lula nos condenou ao caos – Por Paula Sousa

oto Reprodução/Blog Brasil Pleno.News

 

O Brasil está caminhando a passos largos para um abismo que não é apenas econômico, mas moral e estratégico. Enquanto o mundo observa, com a respiração suspensa, o relógio marcar os últimos segundos do ultimato de Donald Trump contra o regime iraniano, o brasileiro comum começa a sentir no bolso e na despensa o preço de ter um governo que escolheu o lado errado da história. Não se engane: o que está acontecendo no Oriente Médio é o pavio, mas o combustível da nossa crise foi derramado pelo PT.

 

O ultimato: 20 horas para o inferno

 

O cenário internacional é de guerra total. Donald Trump foi claro como cristal em sua rede Truth Social: o prazo final é 7 de abril, terça-feira, às 20h (horário da costa leste). A ordem é direta: "Abram esse maldito estreito, seus malditos loucos, ou vão viver no inferno". Trump não está brincando. Ele já avisou que, se não houver acordo, os EUA vão "explodir tudo" e assumir o controle do petróleo iraniano.

 

Isso não é apenas retórica. Em uma coletiva sóbria ao lado do Secretário da Guerra, Pete Hegseth, e do Comandante Dan Kane, Trump revelou que o exército americano já colocou "botas no chão". Tropas americanas entraram em combate terrestre para resgatar tripulantes de um F-15E abatido. O Pentágono confirmou que os ataques das próximas horas serão os mais pesados de toda a história do conflito.

 

Enquanto os EUA agem como uma potência que protege seus interesses e a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, o governo Lula prefere flertar com a ditadura dos Aiatolás, colocando o Brasil em uma rota de colisão direta com o nosso maior parceiro comercial e militar.

 

O apelo do príncipe: O fim de uma ditadura

 

Até quem conhece o Irã por dentro sabe que o regime acabou. O príncipe herdeiro Reza Pahlavi soltou uma carta contundente pedindo que a Guarda Revolucionária largue o poder para evitar que o país vire "terra arrasada". Pahlavi foi cirúrgico: o sistema teocrático é apenas uma casca morta; por dentro, é uma ditadura militar corrupta que usa o povo como escudo humano.

 

O príncipe quer salvar a infraestrutura do seu país para o "dia seguinte", mas o regime prefere o suicídio coletivo. E é nesse cenário de "loucura apocalíptica", como definiu Pahlavi, que o governo Lula decide buscar alinhamento. É o Brasil de mãos dadas com quem ataca usinas de dessalinização e mira snipers na testa de manifestantes.

 

A enrascada de Lula: Impostos e incompetência

 

Aqui no Brasil, a narrativa oficial já está pronta: "a culpa é da guerra". Mentira. A Lei da Oferta e da Demanda é implacável. Segundo projeções do JP Morgan, o desabastecimento real de petróleo deve bater à nossa porta entre 15 e 20 de abril. Mas por que o preço já está explodindo agora?

 

  1. O retorno dos impostos : Em 2022, o governo de Jair Bolsonaro cortou impostos para proteger o povo. Lula, assim que assumiu, trouxe a carga tributária de volta. Ele "tacou imposto" no diesel e na gasolina para sustentar a gastança do Estado. Agora, o petróleo internacional sobe e nós não temos o "colchão" dos impostos baixos para amortecer a queda.

 

  1. O mito da autossuficiência : É um absurdo completo que, após 30 anos, o Brasil ainda não seja autossuficiente em refino. Nós extraímos petróleo bruto, denso, e como não temos tecnologia de refino moderna (fruto de décadas de corrupção na Petrobras e falta de investimento real), mandamos nosso óleo para fora e pagamos em dólar para importar a gasolina pronta. Somos o país que exporta laranja e importa suco em caixa, pagando dez vezes mais caro.

 

  1. Falta de reservas : Países soberanos e sérios possuem reservas estratégicas de combustível para meses de crise. O Brasil de Lula vive "da mão para a boca". Não há estoque de segurança. Se o Estreito de Ormuz fechar e o de Bab el-Mandeb (controlado pelos terroristas Houthis, aliados do Irã) continuar bloqueado, o Brasil para em duas semanas.

 

Do posto de gasolina ao prato de comida

 

A crise não para na bomba de combustível. O agronegócio, que carrega o país nas costas, depende do diesel. As fazendas já sentem o perigo. Sem diesel, o trator não anda e o caminhão não transporta a safra. O resultado? O alimento vai apodrecer no campo ou chegar ao supermercado com preços proibitivos.

 

O governo, em vez de agir com técnica, age com truculência. Envia o Procon e a Polícia Federal para cima dos donos de postos, tentando tabelar preços no grito. Isso é a receita para o desabastecimento. Na Argentina de Alberto Fernández, aliado de Lula, essa tática destruiu a economia. Se o dono do posto não pode repassar o custo, ele fecha. E, como diz o ditado: o combustível mais caro é aquele que não existe.

 

O Brasil como "pária" e o risco de sanções

 

Ao se colocar ao lado de regimes assassinos e ditaduras teocráticas, Lula não apenas mancha a imagem do Brasil, mas nos expõe a sanções internacionais. Imagine o Brasil proibido de importar tecnologia ou sofrer bloqueios financeiros por apoiar indiretamente os inimigos da liberdade.

 

Enquanto nações desenvolvidas se preparam para o choque energético, o governo PT discute "mágicas" como aumentar a mistura de etanol na gasolina. Isso é um crime contra o cidadão que tem um carro mais velho ou uma moto. O excesso de álcool corrói o motor que não foi projetado para isso. Lula quer uma manchete hoje, mesmo que o motor do trabalhador funda amanhã.

 

Um gigante com pés de barro

 

O que estamos assistindo é a síntese do Lulismo: populismo barato, incompetência técnica e uma paixão inexplicável por ditadores. O Brasil está em uma enrascada monumental. Estamos dependentes de rotas marítimas que podem ser fechadas a qualquer momento e de um refino que não possuímos porque o dinheiro que deveria ter sido investido em tecnologia foi drenado por anos de má gestão.

 

O petróleo pode chegar a US$ 200 o barril. Se isso acontecer, o Brasil de Lula entrará em colapso. Não será por causa de Trump ou do Irã, mas porque fomos governados por quem prefere ideologia mofada à soberania real. É hora de o brasileiro entender que o preço alto na bomba e a prateleira vazia no mercado têm nome e sobrenome.

 

O caos não é um acidente; é um projeto de governo (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 7/4/2026)