O agro, defenestrado e atacado por Lula, que carrega o Brasil nas costas

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“Na campanha pela reeleição, o presidente Lula (PT) avalia adotar um discurso "antissistema", com alvo principalmente no mercado financeiro, para substituir a ideia de "reconstrução" —propagada desde o início de seu mandato, mas considerada eleitoralmente fraca por parte de seu entorno.
Se for colocado em prática, o plano abrirá uma disputa com o bolsonarismo sobre o que é o "sistema" (Vide explicação abaixo do ex-governador carioca Anthtony Garotinho). A expressão costuma ser usada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados para retratar de forma negativa a elite política e judiciária do país e outros setores com os quais entram em atrito” – Folha de S.Paulo, 31/1/26

Por Paulo Junqueira
Faltam 8 meses para as eleições de outubro que elegerão os futuros presidente e vice-presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais e, permanecem sancionados pelo governo norte-americano, 15 nomes do Judiciário brasileiro, Ministério Público e Advocacia Pública. A sanção se limitou à revogação de vistos de entrada nos EUA, estendendo-se também a familiares diretos.
As eleições de outubro podem e certamente serão preponderantes para nos protegermos da cleptocracia e impormos, de fato e de direito no Brasil, um sistema democrático e imune ao ativismo judicial que aí está e que persegue inocentes enquanto afaga e protege o crime organizado.
Temos que renovar o Congresso Nacional, com atenção especial ao Senado Federal, elegendo candidatos comprometidos com o mais dinâmico e inovador meio de produção da nossa economia, que é o agronegócio. A propósito, sugerimos a leitura do depoimento abaixo do ex-ministro da Agricultura Antônio Cabrera, que mostra o fosso entre o agro e as mentiras apregoadas pelo governo de plantão.
Lembrando também que a taxa Selic permanece nos vergonhosos e escorchantes 15%. Com base em dados disponíveis no final de 2025, mais de 94 milhões de brasileiros estão inscritos em algum tipo de programa social do Governo Federal. A confiabilidade dos índices oficiais brasileiros, produzidos principalmente pelo IBGE, é alvo de debates, questionamentos políticos e críticas técnicas sobre metodologias.
Ou seja, os dados não são confiáveis (Vide texto abaixo com pronunciamento do ex-ministro Ciro Gomes e o editorial de O Estado de S.Paulo deste domingo (1) transcrito nesta edição do BrasilAgro).
Com base em dados mais recentes, o governo federal brasileiro paga aos rentistas (sistema financeiro) a título de juros a bagatela de R$ 1 trilhão o que representa cerca de 10% do PIB. De uma lista de 153 países, o Brasil é o recordista mundial figurando entre os maiores gastos com juros sobre a dívida pública do mundo.

Pinóchio cria nova narrativa - foto reprodução you tube
Em sua edição deste último sábado (31), a Folha de S.Paulo anuncia que a principal estratégia de Lula da Silva na campanha à sua reeleição, será o “discurso antissistema em 2026 com objetivo de associar 'sistema' a mercado financeiro e instituições que financiam crime organizado. Ou seja, Lula transfere cerca de 10% do PIB aos rentistas e pretende atacá-los como estratégia para se reeleger.
A mesma “Folha” traz matéria em sua edição deste domingo (1) com o seguinte alerta: “Selic em 15% faz bilionário ganhar R$ 400 mil por dia sem produzir nada', diz Ladislau Dowbor, professor da PUC-SP e consultor da ONU. Ele também afirma que rentismo muda estrutura econômica social e gera distorções. Precisaria dizer mais?
Lembrando que Lula pouco ou nada fez durante este seu 3º mandato para – nem nos anteriores...- para enfrentar o crime organizado. A propósito, recomendamos a leitura da matéria publicada pela revista Veja em 1º/11/25 que leva o título “Governo Lula perde o rumo no debate sobre segurança pública” A matéria denuncia que “falta ao presidente e a seus assessores convicção de como tratar o tema, perdidos ainda em um discurso anacrônico de que toda repressão policial é ruim.”
Como funciona o “sistema”

Anthony Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro. Foto Leonardo Prado Câmara Federal
Vídeo disponibilizado nas redes sociais mostra o ex-governador carioca Anthony Garotinho explicando, de forma didática, como funciona o sistema e seus pilares de sustentação dentro do Judiciário, do Congresso Nacional e da mídia liberal.
“O sistema, tem algumas partes, eu vou falar só a parte de cima que é a mais importante. Vou dar nomes, ou melhor sobrenomes, ao sistema e seus tentáculos de sustentação dentro do Judiciário, do Congresso Nacional e da mídia liberal.
A cabeça do sistema são os bilionários do Brasil liderados pelo sistema financeiro. A família Moreira Sales, né? A família Setúbal, os donos do Bradesco, essa galera de cima. Estas famílias que controlam o grupo Itaú Unibanco.
O Bradesco foi criado pela família Aguiar em 1943, mas atualmente é uma empresa de capital aberto que tem a Cidade de Deus.
Para dar sustentação a seus interesses, os bilionários contam com uma tríade: os guarda-costas, os legisladores e a voz do sistema.
Quem são os guarda-costas do sistema? As cortes superiores. Eles protegem o sistema para que nada chegue no sistema. Do lado de cá, eles têm os legisladores do sistema, que são os políticos que, normalmente, giram em torno de 350 deputados federais, alguns governadores e pelo menos 41 senadores. […] A sua bancada pessoal ali. É o que eu chamo de legisladores do sistema.
Por fim, o ex-governador fala de uma “parte poderosa, que é a mídia tradicional”.
“Ela é o quê? Ela é a voz do sistema. Quando você ouve um comentarista, você não precisa ouvir os outros, porque eles vão repetir tudo que tá no boletim do sistema, que é o boletim Focus”. Publicado semanalmente pelo Banco Central, o boletim Focus é uma pesquisa feita com cerca de 160 analistas ligados ao sistema financeiro que dão as diretrizes para os principais indicadores, como inflação e PIB, e é usado para causar pânico quando a política econômica não segue a cartilha neoliberal dos grandes bancos.
É tudo igual. Então, eles falam para quem? Eles falam para um público muito específico, que é uma classe média e um pouquinho para cima. O povo não vê isso. Isso é a cabeça do sistema”
Na sequência, Garotinho explica como o caso Master, banco de Daniel Vorcaro, provocou uma pane no “sistema”, colocando as partes umas contra as outras.
Por que que nós estamos em crise? Porque o Vorcaro (Daniel), não é bem visto pela cúpula do sistema. Ele é um banqueiro que sempre foi visto como 171 (referindo-se ao artigo do Código Penal que classifica o estelionato). Neste momento o sistema quer expelir ele.
E ele tem como advogado uma outra parte do sistema. Opa! É o sistema brigando com o sistema. É crise. Porque uma parte está dizendo para a mídia: ‘fala mal dele’. A outra parte está dizendo: ‘Não, segura aí’. Então, o sistema hoje está meio que paranoico. Você tem os políticos querendo proteger ele. O Supremo querendo proteger ele. O TCU querendo proteger ele. A cabeça do sistema querendo engolir ele – que é onde está o dinheiro. E a mídia repercutindo o que a cabeça manda.”
Ex-ministros da Agricultura defendem o protagonismo do agro
Os ex-ministros da Agricultura Roberto Rodrigues e Antônio Cabrera comentam o protagonismo do agro. Desde sempre, Lula da Silva se mostrou ferrenho detrator do agro verde-amarelo e considera os produtores rurais fascistas porque, ao contrário dele e do seu desgoverno, eles geram empregos e renda (Mais de 28 milhões de pessoas estavam ocupadas no setor em 2025, o que representa cerca de 26% a 28% do total de ocupações do País.)
E, mais: A projeção para o fechamento de 2025 é que o PIB do agro atinja cerca de R$ 3,79 trilhões, representando aproximadamente 29,4% do PIB brasileiro. Em 2024, o setor fechou com uma participação em torno de 23% a 24%. E, para arrematar: Em 2025, as exportações do agro bateram recorde, somando US$ 169,2 bilhões, um crescimento de 3% em relação a 2024. O setor foi responsável por quase metade (48,5%) de tudo que o Brasil exportou.

Roberto-Rodrigues- divulgação
“Não há vida sem agricultura. Não há paz sem agricultura.
O agricultor é o soldado que luta dia após dia, a vida inteira para fazer o bem para o mundo. O produtor brasileiro é um herói pois luta uma guerra todo dia, a guerra da sobrevivência.
Isso é o heroísmo contra exércitos que são muito mais fortes do que ele. Movido a esperança, idealismo, ao sonho de fazer a coisa básica do mundo que é a garantia à vida, pois não há vida sem a agricultura.
O papel dele é tão simples quanto garantir a vida!” – Roberto Rodrigues, depoimento postado no Instagram (João Domingos Advogados Associados)

Antônio Cabrera, ex-ministro da Agricultura. Foto Divulgação
“Infelizmente o presidente Lula é alérgico a dizer qualquer coisa positiva sobre o agronegócio. É desanimador observar que a todo o momento há um tiroteio verbal com o agro, desprovido de qualquer conhecimento científico, e, principalmente, com uma escassez assustadora de informações sobre o setor mais vibrante da nossa economia.
O presidente não tem a mínima ideia da importância do agro. Pelo contrário, ele tem demonstrado que é um inimigo do agronegócio. Vejam o último discurso do presidente Lula proferido no Encontro Nacional do MST na Bahia na sexta-feira, dia 23. Foi uma coleção de inverdades sobre a produção de alimentos no Brasil, lembrando que o MST é um movimento criminoso e líder na destruição do direito de propriedade no País.
Se fosse um País sério, o MST seria assunto de polícia, não de um evento político. Nesse encontro, o presidente disse que a agricultura familiar é que produz alimentos que vão para a nossa mesa. A agricultura familiar é importante, mas isso não é verdade. Para desmentir essa declaração de Lula, é melhor ouvir o José Graziano da Silva, talvez o petista mais conhecido na política agrícola.

José Graziano da Silva, ex-Diretor Geral da FAO – Nações Unidas
Ele coordenou a formulação do “Fome Zero” e chefiou o Ministério Extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome. Com o apoio do PT ele foi diretor geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) por dois mandatos e afirma textualmente:
“Não acho que nós comemos as coisas que são produzidas pelos agricultores familiares. Acho que isso é um erro e nós continuamos pensando assim. Mas hoje não são os agricultores familiares que alimentam as cidades. Já foi a época disso. Pior que é um erro, um terraplanismo, é ignorar os números. É vergonhoso ver hoje e e vejo aí meus colegas do PT insistindo nos números que nós produzimos nos anos 70”.
Depois, o presidente Lula volta a atacar o agro dizendo que ele apenas produz para exportar. Ora, qualquer presidente de outro País teria muito orgulho se o seu país fosse exportador de alimentos. Exportar significa que você é eficiente e quando o agro manda comida para o mundo significa que nós somos mais eficientes do que a agricultura americana, europeia ou a australiana.
Além do mais, quando temos um grande volume exportado, isso permite uma escala de produção que barateia o produto no mercado interno. Se você restringir as exportações, você encareceria o custo e a rentabilidade da produção, o que tornaria a comida mais cara e nem toda a produção encontraria espaço no mercado interno.
Reforçando, mesmo o Brasil exportando, nunca faltou produto aqui no País. Outro fato importante é que as exportações complementam o mercado interno. Vejam alguns exemplos:
Os cortes dianteiros do boi representam 70% das exportações de carne bovina aos Estados Unidos, ou seja, nós exportamos carne de 2ª e a carne de 1ª, como picanha e contra-filé que são carne da traseira do boi fica aqui no Brasil. Isso também acontece quando exportamos para os judeus, no sistema Kosher, pois eles não comem o traseiro do boi que também fica no Brasil.
Outro exemplo é o frango, onde o Brasil é o maior exportador do mundo. As exportações do frango são complementares ao mercado interno, isso porque o brasileiro gosta do peito, coxa e sobrecoxa enquanto a Ásia procura mais os pés e os miúdos. Foi por isso que em 2025 nós batemos recordes nas exportações de miúdos de frango.
Outro exemplo importante da exportação é o caso da soja, onde somos também o maior exportador mundial. Isso gera um grande volume e com essa escala de produção conseguimos gerar um óleo de soja extremamente barato, que fica no mercado interno. O resultado é que o óleo de soja é o óleo vegetal mais consumido na alimentação dos brasileiros, estando presente na mesa de aproximadamente 97% dos lares do País.
Por fim, quando conseguimos exportar isso significa que temos qualidade e sustentabilidade dos nossos produtos, além de gerarmos divisas para a nossa economia e muitos empregos no Brasil. Como o presidente não disse, isso precisa ficar claro para toda a sociedade brasileira: ficar claro que o agro é o principal segmento exportador na grande maioria dos Estados brasileiros.
É preciso que as nossas lideranças políticas parem com esse altíssimo nível de ignorância sobre o agro. O presidente Lula precisa parar de escolher o palanque eleitoral de 2026, sacrificando um dos setores mais dinâmicos da nossa economia.
O que nós precisamos é fazer a escolha do lado que gera empregos e renda no Brasil e não continuar com uma propaganda de mentira sobre a produção de comida em nosso País. Se o agro hoje envia alimentos para mais de 200 países e territórios, isso acontece pela sua competência, porque se dependesse do presidente do Brasil, ele não exportaria nada.”
Desmitificando os índices “produzidos” para confundir e não para esclarecer

Ex-ministro Ciro Gomes. Foto Reprodução Facebook
“Quem é adepto da propaganda oficial está informado hoje de que o Brasil está, na prática, a pleno emprego, o que não acontece em sociedade moderna nenhuma do planeta. A Europa está vivendo um drama grave de desemprego estrutural. Na Espanha, por exemplo, os jovens de 18 a 25 anos ocupam a taxa de desemprego que se aproxima já de 40%.
Mas no Brasil, a propaganda oficial diz que estamos a pleno emprego. Claro que eles estão mentindo despudoramente e a fonte deles é o IBGE. Então vamos bater na porta do IBGE e vamos compreender, perguntando à Espanha, à Alemanha, à Itália, países extremamente desenvolvidos porque estão vivendo desemprego estrutural tremendo de imensas parcelas da população desabilitadas para as novas práticas tecnológicas.
Estas tecnologias embarcadas como a Inteligência Artificial estão criando barreiras enquanto que aqui, no Brasil, segundo o IBGE, estamos a pleno emprego. Quem fizer como eu e bate à porta do IBGE vai encontrar a explicação: é que neste País, e apenas aqui, se o cidadão está cliente da proteção das políticas sociais compensatórias ele será considerado “ocupado”, portanto não está desempregado.
Pronto, a chave aí está!
Sabe quantos brasileiros estão clientes hoje da maior política historicamente do planeta de assistencialismo e cobertura com políticas sociais compensatórias do mundo, cerca de 94 milhões. Vocês têm ideia do que é isto? 94 milhões estão hoje vivendo das políticas compensatórias oficiais!
Quem conhece o Brasil, sabe que infelizmente o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Bolsa Família constituem a diferença entre comer e não comer. Não estou falando contra. Apenas constatando a partir de uma metodologia que isto é uma coisa completamente estratégica patológica doentia. O que bota uma nação para a frente para progredir é o trabalho qualificado decentemente remunerado.”
VÁRIAS...

Foto Reprodução Blog UOL
- STF – 1: “A derrubada do artigo que proibia parentes de advogarem no Supremo abriu uma extraordinária fonte de renda que o próprio Master revela. O contrato com Viviane Barci de Moraes é milionário. Ela recebia R$ 3,6 milhões por mês. O escritório de Lewandowski, gerido pelos filhos, recebia R$ 250 mil por mês;
- STF – 2: Apesar de essas notícias circularem pelos jornais e outros meios, não houve ainda uma relação de causas, ganhas ou mesmo perdidas, que justificasse todo esse dinheiro;
- STF – 3: “O caso de Toffoli é ainda mais difícil, pois há notícias de negócios de seu resort com o cunhado do dono do Master. E de relações de seu resort, registrado em nome da família, com um advogado da J&F, a mesma empresa cuja multa de R$ 10,3 bilhões o ministro anulou;
- STF – 4: “Tanto Toffoli quanto Moraes não vieram a público se defender. Certamente têm suas versões, mas não as apresentaram” - Fernando Gabeira, O Estado de S.Paulo, 30/1/26;
- De Elio Gaspari em seu artigo da Folha de S.Paulo neste último domingo: “Ministro aposentado do STF, Lewandowski afastou-se da consultoria de Vorcaro ao assumir o Ministério da Justiça. Beleza, e quem ficou com o contrato? O filho e a mulher de Lewandowski, cuidando de assuntos tributários”;
- A repórter Malu Gaspar, do jornal O Globo, estimou o valor da hora cobrada por Lewandoski a Vorcaro. Depois da saída do ministro da Justiça, sua parentela cobrou R$ 5 milhões de Vorcaro. Os tributaristas de renome cobram pelo tempo dedicado ao cliente cerca de R$ 2.500 por hora;
- Sua conclusão: "O contrato do Master com o filho do ministro pagaria o equivalente a 100 horas/homem por mês —ou 4,5 horas de trabalho por dia, em todos os dias úteis do mês."
- “Entre a transparência e o espírito de corpo, o Supremo Tribunal Federal escolheu acobertar as condutas de Toffoli e Moraes. O único caminho disponível é levar o Senado a uma inédita ação de controle, via processo de impeachment. Esta será nossa missão fundamental nos próximos meses” – Senador Alessandro Vieira (MDB/SE), relator da CPI do Crime Organizado
- “O próprio ministro Fachin enumerou uma série de razões pelas quais o Supremo é criticado. Mas no seu arrazoado só aparecem qualidades. Não há defeitos. O Supremo é uma força desarmada, o Supremo cuida das minorias, supervisiona os demais Poderes. A leitura do texto, inevitavelmente, nos leva a defender o Supremo, desde que esqueçamos as razões pelas quais é criticado. Uma delas é a ganância”;
- Órgão do PT promoveu curso que teve economista-chefe do Master como professor. Iniciativa da Fundação Perseu Abramo e da Unicamp contou com participação de Paulo Gala. Executiva do partido divulgou resolução nesta quinta (29) com críticas ao escândalo da instituição;
- Definição do jornalista Reinaldo Azevedo: “Nós jornalistas podemos ser qualificados nestas três categorias: 90% deles somos do PT, 9% do PSOL e 1% liberais;
- O socialismo é tão bom que na Alemanha tiveram que construir um muro para que as pessoas não escapassem de tanta felicidade;
- O filho do presidente foi morar na Espanha. O ator Wagner Moura, ganhador do Globo de Ouro, mora nos Estados Unidos. 200 empresários transferiram suas empresas para o Paraguai. E você ainda acredita no IBGE?
- Se tem foto de mortos nos maços de cigarro que tal colocar as fotos dos corruptos nos boletos dos impostos?”
(Paulo Junqueira é advogado e produtor rural. É também presidente do Sindicato Rural de Ribeirão Preto; 2/2/26)

