O choro é livre: Flávio manda em Washington e a mídia pisa em ovos
Por Paula Sousa
Se existe uma coisa mais divertida na política brasileira do que ver a esquerda tentando explicar a economia, é assistir ao show de malabarismo da grande imprensa quando a realidade destrói as mentiras deles. O que aconteceu nos últimos dias em Washington não foi apenas uma pancada nos planos do atual governo do PT. Foi um verdadeiro teste para o coração dos jornalistas de crachá, que passaram dias desesperados, chorando muito e tentando convencer o público de que o sol nasce do lado errado.
Tudo começou com a foto bombástica do senador Flávio Bolsonaro sendo recebido pelo presidente Donald Trump na Casa Branca. A reação imediata de uma parte da imprensa e de políticos do governo nas redes sociais foi de passar vergonha. "É montagem!", gritaram todos juntos, apontando para o chão da foto na tentativa de provar que a falta de sombra do Eduardo Bolsonaro ou o jeito da luz mostravam uma montagem feita por inteligência artificial.
Chegaram a esse nível de apelação. O desespero foi tanto que ignoraram o óbvio: o próprio Flávio postou as imagens, e existem gravações dele cruzando os portões da Casa Branca, recebendo uma atenção que poucos líderes do mundo conseguem sem marcar com muita antecedência.
Logo em seguida, o jornal O Globo e outros canais tentaram rebaixar a foto. Disseram que Trump estava sentado e Flávio de pé, como se isso fosse uma humilhação de "chefe para funcionário". Ora, me poupem. Alguém avise a esses jornalistas que o Trump tira fotos exatamente desse jeito com seus maiores aliados e pessoas importantes, inclusive o Elon Musk.
O Trump é o chefe de Estado da maior potência do planeta; o Flávio é um senador e pré-candidato. O simples fato de o encontro acontecer dentro da Casa Branca já é um apoio político gigantesco, mas a imprensa prefere fingir que entende de regras de etiqueta enquanto esconde o tamanho do estrago.
O encontro com o alto comando americano
Se o primeiro dia já tinha deixado o Itamaraty e os ministros do Lula em estado de choque, o segundo dia virou uma goleada. Flávio e seus aliados não foram a Washington para passear ou garantir uma foto bonita com o presidente americano. Eles fecharam uma parceria forte com o novo governo dos Estados Unidos, em um alinhamento que o atual governo brasileiro jamais vai conseguir.
O senador se reuniu por cerca de 30 minutos com ninguém menos que Marco Rubio, o homem que manda na política externa americana como secretário de Estado e que tem chances gigantescas de ser o candidato dos republicanos para presidente em 2028. Rubio, que é de uma família de cubanos que fugiu da ditadura, conhece muito bem a desgraça que a esquerda faz na América Latina. Ele sabe exatamente com quem está lidando no cenário internacional e sabe que o Lula não é confiável.
Logo depois, a agenda seguiu com JD Vance, o vice-presidente dos Estados Unidos e outro nome principal do grupo conservador. Para fechar o cerco e mostrar que os contatos da oposição brasileira são sérios, Flávio também se reuniu com Christopher Landau (vice-secretário de Estado) e Darren Beattie (alto funcionário de Diplomacia Pública e Cultura dos EUA). Ambos são nomes influentes e de total confiança no governo Trump.
Conforme o portal do jornalista Cláudio Dantas adiantou, foram quatro reuniões com figuras do topo em poucas horas. Isso não é uma "viagem de turista", como tentou inventar a imprensa brasileira; é conversa de alto nível sendo feita por quem fala inglês fluente, conversa de igual para igual e não precisa de tradutor para passar o recado.
O xeque-mate na segurança pública
O que realmente tirou o sono do governo em Brasília foram os assuntos sérios levados por Flávio para a mesa do governo americano. A principal jogada de mestre, que foi destaque internacional em canais como a Agência Reuters, a Bloomberg e a AFP (Agence France-Press), encurralou o discurso do PT: o pedido oficial para que Washington declare o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como grupos terroristas.
O Marco Rubio não apenas ouviu, como confirmou que esse tema faz parte das prioridades de segurança do governo dos Estados Unidos. E por que isso é um pesadelo para o governo do PT no Brasil? Porque se os americanos carimbarem essas facções como terroristas, eles ganham o poder de rastrear, congelar e bloquear contas e dinheiro desses grupos no exterior.
É o fim do cofre do crime organizado. E o governo atual, que sempre defende bandidos e tenta desarmar o cidadão de bem, vai ter que se explicar. O PT ficou sem saída: ou apoia a medida dos americanos ou vai ter que ir para a televisão defender o PCC e o Comando Vermelho. É uma armadilha política perfeita.
Para completar, Flávio prometeu que, a partir de janeiro do ano que vem — quando ele assumir a Presidência —, o País vai entrar na iniciativa Escudo das Américas. Enquanto o governo atual fica só na conversa mole, a direita desenha uma união real contra o crime com a maior potência do mundo.
"Dinâmico" é elogio ou ofensa?
A tentativa mais vergonhosa da imprensa de esquerda para salvar o orgulho do governo foi a mentira inventada sobre a palavra "dinâmico". Os jornalistas brasileiros tentaram espalhar a notícia falsa de que o Trump teria elogiado o Lula durante a conversa com o Flávio, chamando o petista de "muito dinâmico".
Os jornais, que adoram puxar o saco do Lula, correram para publicar isso como uma vitória. Que piada. Qualquer pessoa que conheça o jeito de falar do Donald Trump sabe que, no dicionário dele, chamar outro político de "dinâmico" significa que o cara é "duas caras", "inconstante" ou "sabonete". O Trump usa essa palavra para falar de políticos que mudam de opinião toda hora, que prometem uma coisa escondido e, assim que viram as costas, fazem o contrário.
E o Lula é exatamente assim. Há três semanas, ele esteve na mesma Casa Branca, fingindo ser um homem moderado e prometendo respeitar a liberdade da internet. Foi só voltar para o Brasil que ele assinou medidas provisórias e decretos para censurar as redes sociais, permitindo derrubar canais e posts da direita para tentar ganhar a eleição no tapetão.
O Trump e o seu vice, JD Vance, sabem disso. Tanto que Vance mostrou muita preocupação com a censura no Brasil ao conversar com Flávio, que aproveitou para entregar a ele a famosa "medalha dos três Is". A diferença é que o Trump é um líder de verdade e não fica xingando os outros em público. Ele mantém a postura.
Já o Lula, na época da eleição americana, chamou o Trump de "nazista" e "fascista" e apoiou a Kamala Harris. Mas na hora de sentar na frente do homem, faltou coragem para repetir os xingamentos na cara. O Lula sabe muito bem onde pisa; ele sabe que o republicano não é frouxo e que ações têm consequências.
O desespero do Itamaraty e dos colunistas
A dor da esquerda com essa viagem foi tão forte que o próprio Itamaraty (o Ministério das Relações Exteriores) resolveu passar vergonha. Eles soltaram uma nota dizendo que a viagem do Flávio não justificava o uso da Embaixada Brasileira em Washington para dar uma entrevista coletiva.
Engraçado, não? A memória deles falha rápido. Quando artistas de esquerda, como o Fábio Porchat, passam meses morando e usando a embaixada de Roma como se fosse hotel para gravar videozinhos, o Itamaraty acha normal. Mas quando o líder da oposição vai à Casa Branca resolver problemas de segurança, a diplomacia brasileira joga contra. Esse pessoal do Itamaraty que sabotou o governo da direita no passado — como quando travaram o acordo do Mercosul com a União Europeia só para não dar uma vitória para o Bolsonaro.
Até o colunista Lauro Jardim, que passou semanas tentando usar as reportagens do site The Intercept sobre o caso do empresário Vorcaro para dizer que a carreira do Flávio tinha acabado, teve que voltar atrás. Em sua nova coluna, ele foi obrigado a admitir que, passado o susto, os grandes empresários e o mercado financeiro esqueceram a fofoca e voltaram a apoiar Flávio Bolsonaro como o candidato favorito da direita.
A pesquisa do Datafolha confirmou o que todo mundo já sabia: o estrago na candidatura foi ínfimo, porque o mercado tem pavor do PT. Não existe outro candidato forte na direita além de Flávio Bolsonaro. Por mais que o governador Romeu Zema ou Ronaldo Caiado sejam citados, a união de todos será obrigatória no segundo turno para tirar o Lula.
O jornalista Igor Gadelha também publicou que os ministros de Lula estão tentando diminuir a importância do encontro, dizendo que a foto com o Trump seria um "presente para o Lula" para chamarem Flávio de puxa-saco de americano. Mas essa desculpa não colou. No final, como o próprio Lauro Jardim concluiu, a verdade é que Flávio saiu fortalecido. A poeira sumiu e, depois da Copa do Mundo, a campanha vai crescer de verdade. O choro é livre, e o remédio para dor de cotovelo da imprensa já acabou nas farmácias. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 28/5/2026)

