23/03/2026

Protagonismo e pujança do agro contrasta com a gestão Meirelles na Faesp

Montagem BrasilAgro. Fotos DepositPhotos e IA Gemini

“O Google está transformando o cenário tecnológico no Brasil através da implementação intensa de Inteligência Artificial (IA), com o país sendo um dos maiores usuários de IA generativa do mundo.

As informações fornecidas pela IA no Google (como o Gemini ou a Visão Geral Criada por IA na Busca) geralmente são úteis e baseadas em dados de alta qualidade. A IA do Google consulta vários sites para gerar uma resposta e geralmente lista as fontes, permitindo que você visite os links para confirmar os dados.

A qualidade da resposta depende dos dados de treinamento e da complexidade da pergunta. Em casos de baixa confiança na resposta, o modo IA pode fornecer links de busca tradicionais em vez de um resumo. A IA é adequada para resumos, ideias, receitas e pesquisas rápidas, mas deve ser usada com senso crítico.

Em resumo, a IA é uma ferramenta poderosa que exige validação humana para garantir a precisão das informações”

 

Por Paulo Junqueira 

Estamos atravessando um período sensível e crucial que pode desenhar e mudar, para melhor, o futuro das nossas gerações. A reação de algumas das nossas instituições, o vigor e a consistência das denúncias inquestionáveis e irrefutáveis que partem da nossa imprensa competente e responsável e que ecoam junto ao Judiciário, Executivo e Legislativo ganham a cada dia que passa a confiança da opinião pública.

Conversas em lares e bares, nas igrejas, nos ambientes saudáveis de trabalho e de lazer, enfim, em todo e qualquer lugar, permitem a atualização das novas informações divulgadas pela mídia e, principalmente, pelas redes sociais. O embate deixou de ser entre o analógico e o digital e passou a ser um autêntico “nós, que defendemos valores morais e éticos, contra eles, os predadores que tomaram de assalto muitas das nossas instituições”.

O embate se tornou saudável e promissor e todos avançam na mesma direção: o futuro da nação brasileira!

Estamos deixando de ser pessimistas e abominamos o "complexo de vira-lata” a teoria criada por Nelson Rodrigues nos anos 1950, descrevendo a tendência do brasileiro de se inferiorizar diante dos outros e das dificuldades que criam para suas ações predatórias e objetivando o enriquecimento ilícito com a anuência daqueles que deveriam julgar e condenar e não o fazem para participarem das lambanças e roubanças.

Vale lembrar que a expressão "lambanças e roubanças" é frequentemente utilizada no debate público brasileiro para descrever uma combinação de má gestão (erros, incompetência, amadorismo) e corrupção (desvio de dinheiro, fraudes) na administração pública ou privada.

Neste contexto se insere o protagonismo e a pujança do agro paulista que contrasta com a gestão malfadada da Faesp/Senar-SP sob o comando há mais de meio século da “Dinastia Meirelles”. Para ilustrar e indicar aos nossos leitores, vamos usar abaixo informações oferecidas pela Inteligência Artificial Google que estão disponíveis, gratuitamente, no Google.

A força do agro paulista

O agro em São Paulo é um dos principais motores de emprego no Estado, influenciando tanto a produção direta no campo quanto a agroindústria e serviços. A agropecuária paulista fechou períodos recentes com um patamar elevado de empregos ativos. Dados da Faesp/Senar-SP apontaram, em meados de 2024, que a agropecuária paulista manteve um nível significativo acima de 350 mil empregos formais ativos.

O PIB paulista atingiu aproximadamente R$ 657,6 bilhões impulsionado pela agroindústria e representando cerca de 24% do PIB do agro brasileiro.

Aqui estão os detalhes principais:

Propriedades rurais: São mais de 400 mil e 328 mil já foram geolocalizadas pelo programa "Rotas Rurais", que visa mapear e fornecer endereçamento digital a estabelecimentos que não possuíam CEP.

Cadastro Ambiental Rural (CAR): O Estado possui um alto índice de regularização, com mais de 292 mil propriedades registradas no CAR já em 2026, indicando um universo superior a 320 mil imóveis.

Produtores rurais: Embora o número exato de produtores (pessoas físicas) seja difícil de precisar devido à agricultura familiar e parcerias, o número de propriedades (estabelecimentos) é o principal indicador utilizado pelo IBGE e secretarias estaduais. As cooperativas agropecuárias aglutinam cerca de 172 mil cooperados.

Principais dados (2024):

•        PIB Total SP: R$ 3,5 trilhões (estimativa).

•        PIB do agro SP: R$ 657,6 bilhões.

•        Representatividade do agro: O agronegócio equivale a cerca de 18,9% da economia total do Estado.

•        Destaques do agro: Cana-de-açúcar, laranja, soja e pecuária lideram o setor no Estado.

O agro de São Paulo consolidou-se como líder nacional em exportações e Valor da Produção Agropecuária (VPA) entre 2024 e 2025

•        Laranja e suco de laranja: O Estado é o maior produtor nacional e principal exportador de suco de laranja.

•        Limão (Lima Ácida Tahiti): Destaque na fruticultura, liderando a produção nacional.

•        Amendoim: O estado de São Paulo é o maior produtor de amendoim do Brasil.

•        Produtos florestais (Papel e Celulose): Liderança na exportação de madeira, papel e celulose, impulsionado pelo setor madeireiro.

•        Café: São Paulo é um dos principais produtores e líder no complexo exportador de café, com forte destaque nas vendas externas.

O agro paulista também se destaca na produção de carne bovina, produtos agroindustriais e soja, impulsionando um superávit superior a 23 bilhões de dólares em 2025.

A força do agro no contexto global

O agro de São Paulo não apenas lidera o ranking nacional, mas é um protagonista fundamental na liderança mundial de diversas culturas e produtos. O Estado se destaca pela alta tecnologia e produtividade em culturas perenes e semiperenes.

As principais culturas e setores em que São Paulo lidera ou tem papel de destaque no ranking mundial são:

•        Cana-de-açúcar: São Paulo é o maior produtor do Brasil, que por sua vez é o líder mundial, sendo essencial na produção de açúcar e etanol (bioenergia).

•        Suco de laranja: O Estado é o principal produtor e exportador mundial de suco de laranja, respondendo por uma grande fatia do mercado global.

•        Açúcar: Fortemente atrelado à cana, São Paulo é central na liderança brasileira nas exportações globais de açúcar.

•        Amendoim: São Paulo lidera o cultivo e a produção, ganhando força no mercado internacional.

•        Limão/Lima Ácida Tahiti: Estado líder na produção e exportação.

•        Celulose e produtos florestais: Destaque na produção de celulose e papel, com forte presença na pauta exportadora paulista.

•        Fruticultura (banana e caqui): Liderança na produção de bananas e no mercado de caqui.

•        Alimentos "Fitness" (Batata-doce): São Paulo se consolidou como líder na produção de itens de nutrição esportiva, incluindo a batata-doce.

Gestão da Faesp/Senar-SP é o contraponto do protagonismo do agro

Relatos recentes apontam graves denúncias envolvendo a gestão na Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e no Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-SP).

Segundo matérias veiculadas pelo portal Brasilagro em março de 2026, a gestão do sistema Faesp/Senar-SP tem sido acusada de destinar recursos para favorecer a companheira (Juliana Farah) do presidente da entidade.

Segundo matérias veiculadas pelo portal Brasilagro em março de 2026, a gestão do sistema Faesp/Senar-SP tem sido acusada de destinar recursos para favorecer a companheira do presidente da entidade.

A expressão "gestão malfadada da Faesp" parece ser a mais comum em contextos críticos que discutem os problemas internos da entidade, indicando que a gestão é responsável pelos desfechos negativos (uma gestão que pertence à/foi conduzida pela Faesp).

O termo "malfadada" (que tem má sorte, infeliz, mal-sucedida) é frequentemente utilizado em relatos de oposição e notícias sobre controvérsias na Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), incluindo:

•        Disputas Judiciais: Relatos sobre tentativas de manter um "clã" no poder por décadas.

•        Gestão sub judice: O sistema tem operado sob intenso escrutínio judicial, com decisões que suspenderam a posse de lideranças, como no caso de Tirso Meirelles, que foi eleito vice-presidente, mas teve sua eleição anulada pela Justiça do Trabalho em novembro de 2023, após anos de gestão de Fábio de Salles Meirelles

•        Irregularidades: Denúncias de violações sistemáticas na gestão do presidente sub judice, Tirso Meirelles.

•        Conflitos Internos: Protestos de sindicatos rurais e retaliação com redução de verbas.

•        Prestação de Contas: Votações de quitação plena e irretratável para evitar questionamentos judiciais.

•        Uso de recursos: As denúncias indicam o suposto destino de recursos da entidade para o "enobrecimento" da companheira do presidente.

•        Acusações de nepotismo: A mídia tem caracterizado a administração da entidade como envolvendo práticas de nepotismo e escândalos.

•        Essas acusações ocorrem em um contexto de disputa de poder e questionamentos legais sobre a transparência e a governança da entidade, que é responsável por gerenciar recursos do agronegócio paulista.

Revanchismo abominável e chulo

As informações acima falam por si só e evidenciam, infelizmente, o único legado de fato e de direito, que o meio século de domínio total, absoluto e vergonhoso, imposto pela “Dinastia Meirelles” ao protagonismo do agro paulista.

Tirso Meirelles, presidente sub judice da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo – Faesp/Senar-SP. Foto Divulgação

Nenhum argumento plausível e nenhuma justificativa consistente serve para justificar porque Tirso Meirelles, o “príncipe e herdeiro” de Fábio de Salles Meirelles alijou os sindicatos rurais de Ribeirão Preto e Araraquara do rateio dos recursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/SP.

O fato destes sindicatos serem dirigidos por produtores rurais que integram o movimento de oposição “Nova Faesp” denota o desrespeito e o ranço mais o espírito de vingança de Tirso Meirelles, que até o momento, embora a Justiça Trabalhista tenha decidido que já deveria fazê-lo, não provou até o momento ser um legítimo produtor rural, condição que exigida pelo estatuto e pelo código de ética da Faesp/Senar-SP.

Que os novos ares e a esperança de um novo porvir que já alcançam o tecido social brasileiro também atinjam aos produtores rurais paulistas para que rechacem e acabem com este período sombrio que enlameia a verdadeira e legítima representação da entidade que deveria representar o protagonismo. Que nossos descendentes possam compartilhar o gigantismo do agro ao invés de se esconderem, evitarem e sentirem vergonha pelo que aí está há meio século.

Desde 2022 Faesp/Senar-SP não convoca coletivas de imprensa

A Faesp/Senar-SP mantém um relacionamento focado em comunicados oficiais e parcerias técnicas, utilizando sua sala de imprensa para divulgar ações. Ocasionalmente, o sistema realiza coletivas de imprensa, como retrospectivas anuais. No entanto, relatórios indicam tensões internas e cobranças por transparência, com denúncias de práticas de exclusão e omissão de informações, segundo o IA Google.

Pontos-chave:

•        Sala de Imprensa e Ações: A instituição possui um canal oficial (faespsenar.com.br/sala-de-imprensa/ FAESP/SENAR-SP/CAESP) para notícias, artigos e divulgação da Agrishow.

•        Histórico de Coletivas: O sistema já promoveu coletivas de imprensa, como a retrospectiva do ano e projeções para 2023, realizada em dezembro de 2022.

•        Tensões e Omissão: Em 2025, o presidente da FAESP, Tirso Meirelles (sub judice), enfrentou cobranças de sindicatos rurais (como Araraquara e Ribeirão Preto) por falta de diálogo, exclusão de reuniões e omissão na divulgação de informações.

•        Embora não haja uma justificativa pública declarada sobre a recusa a entrevistas, o cenário indica um foco em comunicações controladas, especialmente diante de questionamentos internos sobre a transparência institucional. (IA Google)

 

Fatos & Perspectivas

Presidente Jair Bolsonaro, maior liderança política do País. Foto Reprodução Agência Brasil

Presidente Bolsonaro 1: O ex-presidente Jair Bolsonaro completou 71 anos neste último sábado (21) internado no Hospital DF Star, em Brasília. Maior liderança política do Brasil e que merece toda a nossa consideração e respeito, ele vem se recuperando bem do quadro de pneumonia bacteriana decorrente de broncoaspiração que o acometeu.

Presidente Bolsonaro 2: O ministro Alexandre de Moraes do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta sexta-feira (20) que a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifeste sobre a possibilidade de conceder prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Presidente Bolsonaro 3: Moraes enviou ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, as informações prestadas pelo hospital DF Star, em Brasília, sobre o estado de saúde de Bolsonaro. Tudo se encaminha para uma decisão favorável e que já deveria ter sido tomada antes.

Cel. Mello Araújo: O coronel Mello Araújo, vice-prefeito de São Paulo, recebeu o título de Cidadão Araraquarense nesta última quarta-feira (20) 20 na Câmara Municipal de Araraquara. A honraria, oficializada pelo Decreto Legislativo 6/2025, foi proposta pelos vereadores Coronel Prado e Enfermeiro Delmiran em reconhecimento a ações filantrópicas, incluindo a doação de alimentos em 2021.

Nabhan Garcia. Foto Reprodução Blog Valor Econômico

Cobrança: “Lamentável ver a maioria dos que se dizem representar o agro (produtores, agricultores e pecuaristas) no Congresso Nacional, estarem sofrendo de “paralisia comprometedora”, pois estão calados diante do cartel e oligopólio que vem transformando o setor produtivo primário brasileiro em verdadeiros “pobres & falidos”. Senhores parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária: Afinal a quem os senhores representam?”  Nabhan Garcia

Recuperação extrajudicial 1: Nos últimos 20 anos, foram registrados 288 casos de recuperação extrajudicial, segundo levantamento do OBRE (Observatório Brasileiro de Recuperação Extrajudicial). Só em 2025, um recorde de 78 processos do tipo foi anunciado. Este ano já são sete.

Recuperação...2: Das 5.680 empresas em processo de reestruturação em 2025, o setor com maior aumento de insolvência foi o agronegócio, com 493 empresas, justamente o que mais tem contribuído positivamente para o Produto Interno Bruto (PIB).

Recuperação...3: Fatores como mudanças climáticas e quebras de safra tendem a desequilibrar as contas, mas não há como desconsiderar a forte dependência da Selic, em razão da necessidade intensiva de capital do agronegócio.

Cenários ruins: Analistas preveem um resto de ano político que será empesteado pela nojeira do Master, pela roubança do INSS e pela corrupção com emendas, o que torna mais incerta uma eleição já apertada. A previsão é do jornalista da Folha de S.Paulo Vinicius Torres Freire.

Selic 1: Mesmo com o anúncio da redução de 0,25% na taxa Selic o Brasil mantém 2º lugar no ranking dos países com maiores juros reais. Taxa brasileira só não supera a da Turquia e fica logo à frente de Rússia e Argentina. 

Selic 2: Os juros da dívida pública federal em 2025 superaram R$ 1 trilhão e que beneficiaram apenas 30 famílias de banqueiros (rentistas). Com o desgoverno petista de Lula da Silva a Dívida Pública Federal encerrou 2025 em R$ 8,63 trilhões. E pensar que ele se presta a disputar seu 4º mandato na Presidência da República...

Selic 3: Por que os governos do PT nunca se dignaram e tiveram a coragem de auditar a Dívida Pública Federal? Seria porque o verdadeiro foco dos nossos esquerdistas, ao invés dos pobres, sempre foram, são e certamente serão, os rentistas?

Datafolha 1:  Um sentimento negativo prevalece no Brasil a sete meses das eleições. A maioria se diz insegura, desanimada e com medo do futuro quando pensa no país, mostra pesquisa. Segundo o levantamento, o sentimento mais predominante é a insegurança, citado por 69% dos entrevistados.

Datafolha 2: Também são majoritárias as sensações de tristeza (59%), desânimo (61%) e medo do futuro (61%) em comparação com os índices de felicidade (38%), animação (37%) e confiança no futuro (37%).

Datafolha 3: Em geral existe uma correlação entre sentimentos sobre o Brasil e a aprovação presidencial, com maior intensidade na relação entre desaprovação e humor negativo.

Datafolha 4: Entre aqueles que desaprovam o trabalho de Lula (PT), 93% se dizem inseguros (7%, seguros), 88%, desanimados (12%, animados), e 87%, tristes (contra 12% de felizes).

A primeira-dama Janja e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva são recebidos pelo líder sul-coreano Lee Jae-Myung e sua esposa Kim Hea Kyung - Ricardo Stuckert/PR

Falastrão 1: “Combustíveis sobem por causa de pessoas que não prestam e tiram proveito da desgraça”, afirmou Lula. “Lula nega a realidade do petróleo, politizou a alta dos preços e acionou o discurso contra o setor privado” rebate a jornalista Thais Herédia da CNN Brasil.

Falastrão 2: O argumento acima usado por Lula da Silva remete ao conceito criado pelo jornalista Paulo Francis, quando do alto da sua sapiência cunhou que “a imagem que usamos contra os outros fala mais de nós do que dos outros”.

A ironia da política brasileira: Lula, a alma mais honesta. Haddad, grande economista. Moraes, herói da democracia. A deputada federal Erika Hilton (PSOL/SP) foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (2026).

Presidente Lula afaga ministro da Fazenda Fernando Haddad. Foto Wilton Junior/Estadão

Fernando Haddad 1: Deixou o seguinte legado como um dos piores ministros da Fazenda da história brasileira com 28 aumentos de impostos, recorde de carga tributária e recorde de gastos públicos.

Fernando Haddad 2: Deixou também aumento de 7% do PIB na dívida, maior juro desde 2006 e recordes de recuperação judicial e de inadimplência. Com estes “atributos” quer ser governador do Estado de São Paulo (sic)!

Endividamento 1: As famílias brasileiras direcionam 29% dos seus ganhos para quitar compromissos financeiros desde outubro do ano passado, o maior percentual em pelo menos 20 anos, segundo dados do Banco Central. Desse total, 10,38% é referente apenas ao pagamento de juros, e 18,81% para honrar o principal.

Endividamento 2: Os números acima ligam sinal de alerta em bancos e varejistas e podem mexer com percepção do cenário econômico em ano de eleição.

Endividamento 3: Queda mais lenta da Selic traz desafio extra para empresas endividadas. Dívida consome 60% da geração de caixa só com juros, diz Fitch Ratings.

(Paulo Junqueira é advogado e produtor rural. É também presidente do Sindicato Rural de Ribeirão Preto; 23/3/26)