Um chamado por nosso futuro - Por Paula Sousa

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Estamos diante de um dos momentos mais decisivos da nossa história. A sensação que paira no ar não é de apenas mais uma disputa eleitoral, mas de um divisor de águas.
Vivemos a eleição mais importante de nossas vidas. O Brasil clama por um novo rumo, e é hora de compreendermos que a força para mudar o país não reside apenas em discursos, mas na nossa capacidade inegociável de nos mantermos unidos.
Nesta quarta-feira, dia 4 de março, recebemos um relato que ecoa como um chamado à responsabilidade.
O Dr. Paulo Junqueira, líder ruralista e uma voz fiel ao presidente Jair Bolsonaro, trouxe uma mensagem direta após um encontro de duas horas dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
O relato, feito logo após deixar o local, carrega a urgência de quem sabe o que está em jogo.
Ao descrever sua visita como "espetacular", Junqueira não fala apenas de um reencontro entre amigos. Ele traz a palavra de ordem que deve guiar todo o nosso campo: a união.
O presidente Bolsonaro, mesmo em condições de isolamento, mantém sua bússola voltada para o objetivo maior. O recado é claro: é o momento de deixarmos de lado projetos pessoais. A vaidade não pode ter espaço quando o que está em jogo é o futuro da nossa nação.
Para que possamos avançar, precisamos de foco.
O nome colocado como pré-candidato para liderar esse processo de sucessão é Flávio Bolsonaro. Paulo Junqueira enfatiza a necessidade de estarmos coesos em torno desta indicação, unindo governadores de peso como Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior, Jorginho Mello e Cláudio Castro. Somam-se a essa frente parlamentares decisivos, como o deputado Nikolas Ferreira, e uma legião de outros deputados e senadores que entendem o tamanho do desafio.
Além disso, o papel da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, surge como uma peça estratégica fundamental. Sua entrada ativa na campanha, prevista para o próximo mês, é vista como um catalisador de esperança e mobilização popular.
É impossível ignorar a humanidade por trás dos fatos.
O presidente enfrenta as sequelas físicas da facada brutal de 2018, um atentado cometido por um militante de esquerda filiado ao PSOL.
Esse episódio, que quase ceifou a vida de um líder, é o retrato da violência que a esquerda sempre impôs — uma ideologia que, contraditoriamente, nos acusa de crueldade enquanto tenta nos exterminar.
A resiliência de Bolsonaro é um espelho da resiliência de cada brasileiro que não aceita se dobrar.
Nesse cenário, Paulo Junqueira expressa um sentimento que é compartilhado por milhões: a esperança de que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, possa exercer a compaixão e conceder a prisão domiciliar ao presidente, permitindo que ele continue a conduzir o movimento com a dignidade que sua saúde exige.
Não estamos apenas lutando por nomes; estamos lutando pelo Brasil.
A esquerda, que corrói os valores e a economia do nosso País, precisa ser vencida de forma definitiva. Para isso, não basta eleger um nome.
Precisamos eleger um Congresso forte e um Senado implacável, capaz de colocar limites necessários ao STF e restaurar o equilíbrio entre os poderes.
A expectativa para o dia 1º de janeiro é clara: uma mudança de gestão.
Sonhamos com a derrubada do veto da dosimetria, com a anistia para os injustiçados e, acima de tudo, com o retorno da liberdade plena.
Paulo Junqueira reforça que estará, como esteve desde 2017, trabalhando incansavelmente. Que o exemplo de lealdade e a mensagem de união do presidente sirvam de combustível para cada um de nós.
O Brasil não é uma nação que se rende. Somos um povo que, quando entende o seu papel, transforma a realidade.
O momento é agora. Deixem de lado as pequenas divergências. Abram mão do orgulho individual em nome do bem coletivo.
O câncer que tenta corroer a nossa pátria será derrotado, mas apenas se estivermos de mãos dadas, convictos de que a liberdade é um valor inegociável.
Avancemos. O futuro depende exclusivamente de nós. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 5/3/2026)

