25/03/2026

Venceremos o medo em 2026 – Por Paula Sousa

Venceremos o medo em 2026 – Por Paula Sousa

Foto Blog iG

 

O consórcio PT/STF está acuado. Eles sentem o cheiro da derrota e sabem que o castelo de cartas está prestes a desmoronar. O desespero da esquerda e de certas alas do Judiciário não é por acaso: eles entenderam que o sentimento que move o Brasil não é uma ordem vinda de cima, mas um clamor que nasce no coração do povo, do campo, das igrejas e de cada cidadão que não aceita mais ser enganado.

 

Em 2026, a resposta será definitiva. Flávio Bolsonaro caminha para ser o nosso próximo presidente, e junto com ele, a direita vai eleger a maior bancada de deputados e senadores da história deste País. Não será apenas uma vitória eleitoral; será uma limpeza institucional. Vamos formar uma maioria no Senado capaz de colocar ordem na casa e, sim, realizar o impeachment daqueles que hoje usam a toga para perseguir adversários. O STF será limpo, e a Constituição voltará a ser o que nunca deveria ter deixado de ser: a garantia da nossa liberdade.

 

A decisão do medo: 90 dias de perseguição

 

A prova viva desse pavor institucional foi a recente e absurda decisão do ministro Alexandre de Moraes em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Após um período de internação para tratar uma broncopneumonia, a justiça finalmente se viu obrigada a conceder a prisão domiciliar. Mas o que deveria ser um ato de humanidade e direito básico transformou-se em um espetáculo de "poder pelo poder".

 

Moraes autorizou a volta de Bolsonaro para casa, mas com condições que beiram o ridículo e o surreal. São apenas 90 dias de prazo inicial, uma espécie de "liberdade com data de validade" que serve apenas para que o ministro sinta que ainda tem as rédeas da vida de um líder que ele não consegue calar.

 

As restrições impostas são inéditas no sistema prisional brasileiro para casos semelhantes:

 

  • Isolamento de visitas: O ex-presidente está proibido de receber visitas, exceto de seus filhos, e mesmo assim apenas nos horários rígidos de uma penitenciária (quartas e sábados).
  • Mordaça digital: Proibição total de uso de redes sociais, gravação de vídeos ou uso de celular.
  • Vigilância constante: Uma reavaliação obrigatória após três meses para decidir se ele "merece" continuar em casa ou se deve voltar para a cela.

 

Por que tanto rigor? A resposta é clara e foi ventilada por vozes da própria esquerda e da imprensa, como citado no texto base através das colunas de Mônica Bergamo (Folha de S. Paulo) e comentários de Leonardo Sakamoto. O medo deles é a articulação política. Eles acreditam que, se Bolsonaro puder falar, se puder receber líderes, se puder gravar um vídeo de um minuto, o castelo da esquerda desaba instantaneamente.

 

O poder pelo poder e o consórcio do atraso

 

O que vemos hoje é o uso da caneta para satisfazer um ego ferido. Alexandre de Moraes parece atuar de forma pessoal, "mordido" por não ter conseguido destruir o bolsonarismo como planejou. Existe uma submissão estranha às pautas da esquerda. O jornalista Sakamoto chegou a expor que a preocupação é estritamente política: impedir que Bolsonaro ajude o filho e seus aliados nas campanhas que virão.

 

É vergonhoso ver um magistrado que parece "obedecer" ao que a militância jornalística sugere. Chega-se ao ponto de questionar o que move tamanha perseguição. Seriam pressões externas? Seriam "cordinhas" puxadas por nomes como Patrícia Campos Mello, que desde 2018 tenta criar narrativas de disparos em massa sem nunca apresentar uma prova sequer, um print real que tenha mudado um voto? A verdade é que o povo não muda de voto por mensagem de WhatsApp; o povo muda de voto quando vê o preço da comida subir e a sua liberdade ser cerceada.

 

O bolsonarismo: Um movimento eterno

 

Eles cometem um erro fatal ao focar apenas na figura física de Jair Bolsonaro. Eles não entendem a diferença fundamental entre o PT e o nosso movimento. O petismo é um movimento de cima para baixo; é uma estrutura dependente de um único líder. Quando Lula não estiver mais aqui, o PT acaba, porque não tem base moral, tem apenas projeto de poder.

 

Já o bolsonarismo é de baixo para cima. Bolsonaro não é um "chefe" que dá ordens, ele é o porta-voz de valores que já existiam no povo brasileiro, mas que estavam adormecidos: Deus, Pátria, Família e Liberdade. Ele criou novos líderes. Ele despertou a consciência de milhões. Se hoje ele está em casa, sob uma vigilância absurda de 90 dias, isso pouco importa para a força do movimento. O sentimento de mudança já tomou as ruas.

 

Bolsonaro pode ser impedido de usar o celular, mas ele não pode ser impedido de existir no coração do brasileiro. As condições impostas por Moraes — que impedem até uma arrumadeira de trabalhar sem ser vista como uma "visita proibida" — são apenas demonstrações de fraqueza travestidas de autoridade.

 

A esperança é a nossa arma

 

Aos que estão desanimados com as notícias de perseguição, olhem para o horizonte. Esses 90 dias de prisão domiciliar, por mais ridículos que sejam em suas restrições, mostram que eles não têm mais para onde correr. Eles precisam criar regras que não existem na lei para tentar conter uma onda que é imparável.

 

Nós vamos vencer. O projeto de 2026 está mais vivo do que nunca. Vamos renovar o Congresso, vamos reformar o Judiciário através das vias democráticas e vamos devolver o Brasil aos brasileiros. Bolsonaro vai para casa, e isso é positivo para sua saúde e recuperação. O resto? O resto é detalhe. A semente que ele plantou já deu frutos, e esses frutos serão colhidos em breve, com a limpeza geral que faremos nas instituições.

 

Fiquem firmes. O sistema pode ter a caneta agora, mas nós temos o povo. E, no final, o povo sempre vence. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 25/3/2026)